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Sinopse

Carl Fredricksen (Edward Asner) é um vendedor de balões que, aos 78 anos, realiza o sonho de sua vida ao pendurar milhares de balões em sua casa. O objetivo de Carl é viajar para as florestas da América do Sul. Só que, após o início da aventura, ele descobre que seu pior pesadelo embarcou junto: Russell (Jordan Nagai), um menino de 8 anos.

Dados técnicos

Gênero Aventura, Animação, Comédia
Título Original Up
Diretor Pete Docter, Bob Peterson
Atores principais Christopher Plummer, John Ratzenberger, Delroy Lindo, Jordan Nagai, Ed Asner
Ano de produção 2009
Duração 96 minutos.
Produtor John Lasseter, Andrew Stanton, Jonas Rivera
Escritor Thomas McCarthy
Música Michael Giacchino
País Estados Unidos da América
Avaliação da comunidade
(Baseada em 10008 pessoas)
Avaliação da mídia
(Baseada em 11 críticos )
Última modificação jev233 (2 anos atrás)

Trailer

Crítica especializada

O Globo Online - G. Leitão (Brasil)

Faz o coração voar

‘Up — Altas aventuras’. Qual foi a última vez que você se divertiu tanto no cinema a ponto de esquecer o temporal do lado de fora? Ou que se comoveu até se achar ridículo? Embora feito de pixels, o senhorzinho ao lado é capaz de misérias assim. Ele é a prova de que bastam bons personagens e uma história bem con ... Leia mais Faz o coração voar

‘Up — Altas aventuras’. Qual foi a última vez que você se divertiu tanto no cinema a ponto de esquecer o temporal do lado de fora? Ou que se comoveu até se achar ridículo? Embora feito de pixels, o senhorzinho ao lado é capaz de misérias assim. Ele é a prova de que bastam bons personagens e uma história bem contada para fisgar o espectador.

Em “Up” (no original), não falta aquilo que se espera da Pixar: uma animação de qualidade técnica primorosa, neste caso (e em alguns cinemas) temperada com efeitos 3-D. Mas o que importa mesmo é o recheio de fantasia dessa bem-acabada embalagem.

Na trama, que se equilibra entre a leveza e a melancolia, o viúvo Carl Fredricksen (dublado por Chico Anysio), tenta realizar o sonho da falecida mulher, que era morar num paradisíaco cenário da América do Sul. Para isso, amarra a casa a balões de gás e sai voando. Ao seu lado está Russell, um abusado escoteiro mirim. A aventura vai divertir as crianças. Os adultos terão que esconder os olhos marejados na saída.

Gustavo Leitão (04/09/2009)

5.00
Incrível!

Pipoca Combo - E. Zemuner (Brasil)

Up – Altas Aventuras

Já se tornou lugar-comum dizer que os estúdios de animação demonstram querer agradar a um número maior de adultos a cada filme. Para tanto, utilizam-se de personagens, piadas, cenários, temáticas – assim como de toda sorte de recursos disponíveis – sempre mais abrangentes, que possam ser apreciados por diferent ... Leia mais Up – Altas Aventuras

Já se tornou lugar-comum dizer que os estúdios de animação demonstram querer agradar a um número maior de adultos a cada filme. Para tanto, utilizam-se de personagens, piadas, cenários, temáticas – assim como de toda sorte de recursos disponíveis – sempre mais abrangentes, que possam ser apreciados por diferentes gerações com a mesma intensidade. O último sucesso da Pixar já vinha demonstrando essa tendência: Wall-E tinha como protagonista um robô bastante carismático e com grande apelo junto ao público infantil, mas também ousou ao abordar temas mais complexos como a solidão, o amor e o sedentarismo como fator importante no descuido de aspectos mais importantes da vida. Agora, com UP –Altas Aventuras, a marca volta a apostar em sentimentos nem sempre tão bem compreendidos por quem ainda viveu tão pouco.

O título, que abriu o Festival de Cannes de 2009 e é dirigido por Pete Docter (Monstros S.A.), começa contando em poucos minutos como Carl Fredricksen (dublado na versão brasileira por Chico Anysio) e Ellie se conheceram, casaram-se e viveram juntos harmoniosamente durante décadas; tudo sem falas, apenas embalado pela bela trilha de Michael Giacchino (de Ratatouille e Star Trek). Ainda crianças, os dois possuíam em comum o gosto por aventuras e o ídolo, o corajoso explorador de terras Charles Muntz. Quando jovens, o casal planejou uma longa viagem à América do Sul, mais especificamente às Cataratas do Paraíso. Mas, por força do destino, a dupla nunca pôde realizar seu maior sonho. Então Ellie falece, deixando sozinho um rabugento e introspectivo Carl. Com a morte da esposa e uma sucessão de acontecimentos que o obrigariam a deixar sua casa para viver em um asilo, Carl decide finalmente partir para a viagem sempre planejada e jamais executada. Para seu desgosto, acidentalmente leva consigo o pequeno escoteiro Russell. O veículo para a aventura é a grande atração: a própria casa do velhinho, sustentada por milhares de balões coloridos e controlada por um sistema de roldanas e panos que resultam numa “casa voadora à vela”.

A relação contrastante entre Carl e Russell renderia um belo quadro barroco. Enquanto o velho viúvo prefere pouca ou nenhuma conversa, o garoto, determinado a conseguir sua última medalha de escoteiro por favores prestados a idosos, é falante, extrovertido e superativo. Russell vê tudo com o entusiasmo de uma criança começando uma vida de aventuras; Carl dificilmente se desarma para o mundo, é apegado melancolicamente a um passado que não volta mais. O que une os dois é uma tocante solidão. O sentimento é bem disfarçado pelo garoto, que demonstra uma comovente necessidade da presença do pai e sequer tem mãe. Já Carl está obviamente preso à saudade que sente de Ellie, sua única companhia durante toda a vida. Toda essa atmosfera de carência inerente aos personagens torna-os criaturas de uma complexidade ímpar no gênero e os une a cada minuto de projeção. Para abrilhantar o elenco da animação, entram em cena Kevin, uma bela e gigante ave com quem Russell logo simpatiza, e o cachorro Dug, responsável por trazer mais comédia à aventura.

Ao final do filme, fica claro qual era a maior e mais importante aventura de Carl. Ao contrário do que ele imaginava, não era chegar às cataratas. O tema, inclusive, já foi explorado pela própria Pixar em Carros (2006), mas UP não chega sequer perto de parecer repetitivo. UP é mais melancólico e muito mais maduro, capaz de agradar tanto às crianças que desejam rir de personagens mais engraçados, quanto aos adultos que já viveram boa parte de sua vida e compartilham de alguma parcela da melancolia que ronda Carl, sua casa e suas lembranças. A nova proposta da Pixar é capaz de nos fazer repensar nossas relações com o próximo e os sentimentos que nos fecham para tantas descobertas. Independente da idade que se tenha, é possível escolher o entusiasmo de uma criança disposta a descobrir o mundo ou deixar limitar-se por uma instrospecção pronta a recusar novas experiências. Curtir UP é umas das boas.

por Érika Zemuner

4.00
Muito bom

UAI - M. Castilho Avellar (Brasil)

Up – Altas aventuras é uma espécie de O mágico de Oz às avessas. Como a Dorothy do clássico de L. Frank Baum, os heróis de Up, Carl Fredricksen e Russell, são levados pelos ares numa casa em direção a um mundo cheio de maravilhas e perigos (escondido nos fundões da América do Sul, como manda a tradição de Hollywood, é claro). Mas en ... Leia mais Up – Altas aventuras é uma espécie de O mágico de Oz às avessas. Como a Dorothy do clássico de L. Frank Baum, os heróis de Up, Carl Fredricksen e Russell, são levados pelos ares numa casa em direção a um mundo cheio de maravilhas e perigos (escondido nos fundões da América do Sul, como manda a tradição de Hollywood, é claro). Mas enquanto Dorothy era uma jovem esperta e encantadora, Fredricksen é quase octogenário e Russell não prima pelas faculdades intelectuais. Em O mágico de Oz há uma moral da história: não há nenhum lugar como o próprio lar. Em Up também há um ensinamento final, mas ele vai na direção oposta: aqui, uma casa é apenas uma casa, mesmo se cheia de objetos de grande valor afetivo. O lugar das pessoas é na vida, na ação, na solidariedade, no sonho.

Up remete a outro clássico da literatura para crianças, Peter Pan, de J. M. Barrie. Como ocorre com as personagens desta peça, Fredricksen vai, aos poucos, descobrir que a grande aventura da vida é a própria vida. Up conduz os espectadores com o herói nessa descoberta. E o faz de maneira particularmente cruel. Logo no início do filme, vemos duas crianças – que, como estamos viciados na tradição do filme para crianças, acreditamos que serão os heróis da trama. Um deles será, a outra não. Rapidamente os veremos crescer, casar, envelhecer sem filhos. Ellie morrerá. E quando isso ocorrer, Fredricksen, nosso herói,será um homem idoso – o contrário do que esperamos do protagonista de um filme para crianças, ou de uma narrativa de aventuras.

Este olhar, incomum para o gênero, ajuda a transformar Up no melhor filme produzido até hoje pela Pixar, estúdio que revolucionou a animação em obras como Toy story e, atualmente, comanda a produção do gênero na Disney. Up parece nos apresentar a vida como um ciclo, em que a morte se torna irrelevante porque o mundo segue em frente. Ou a morte só é relevante quando as pessoas se convencem de que ela impede o mundo de seguir em frente. O filme traz temas que só recentemente se tornaram comuns no filme para crianças, como o luto e a morte (para comparar, basta lembrar o trauma que Bambi, clássico produzido por Walt Disney, produziu na infância de muita gente), e o faz com tanta leveza, poesia e humor que pode ter um inesperado efeito pedagógico sobre os espectadores mais jovens.

Marcello Castilho Avellar - EM Cultura

4.00
Muito bom

Cine Players - S. Pilau (Brasil)

Um passo atrás em relação ao último trabalho da Pixar, mas ainda assim capaz de encantar adultos e crianças.

Falar bem da Pixar é cair no lugar comum. Desde seus primeiros curtas-metragens, o estúdio estabeleceu um novo padrão para as animações, criando histórias e personagens memoráveis, capazes de cativar o coração e garantir ris ... Leia mais Um passo atrás em relação ao último trabalho da Pixar, mas ainda assim capaz de encantar adultos e crianças.

Falar bem da Pixar é cair no lugar comum. Desde seus primeiros curtas-metragens, o estúdio estabeleceu um novo padrão para as animações, criando histórias e personagens memoráveis, capazes de cativar o coração e garantir risadas de pessoas de todas as idades. Esse talento atingiu seu ápice ano passado, com o lançamento do ousado e belíssimo WALL·E. Up - Altas Aventuras é o mais recente trabalho do estúdio e, mesmo que não alcance a qualidade do filme do robozinho e de outras façanhas de John Lasseter e sua equipe, ainda assim é um filme acima da média.

A história gira em torno de Carl Fredricksen, um velhinho vendedor de balões que sempre sonhou em realizar aventuras ao lado da esposa. Por diversas razões, a tão sonhada viagem à América do Sul nunca aconteceu, e Carl encontra-se sozinho após a morte de sua companheira. Pressionado para vender a sua casa e intimado por um tribunal para se mudar a um asilo, Carl decide que ainda há tempo de partir em sua jornada, e o faz prendendo a sua casa a milhares de balões. Ele apenas não contava com a presença de Russell, um escoteiro disposto a ajudá-lo, com o intuito de ganhar o último emblema que falta ao seu uniforme.

Talvez o grande problema de Up - Altas Aventuras seja o fato de que o espectador está mal acostumado com a Pixar. Espera-se sempre do estúdio mais uma obra-prima, o que, como se sabe, não é fácil. Este último trabalho, por exemplo, é repleto de qualidades, mas não há algo que o destaque a ponto de se tornar memorável. Falta a Up - Altas Aventuras o carisma dos personagens de Toy Story, o ritmo impecável de Os Incríveis, o roteiro de Ratatouille e a ousadia narrativa de WALL·E, por exemplo. A história de Carl Fredricksen e o garoto Russell possui, sim, elementos artísticos que o tornam mais do que um mero produto – estes, porém, aparecem em menor quantidade do que nos esforços anteriores da equipe.

O correto, então, seria analisar Up - Altas Aventuras como um filme por si só e não compará-lo com a história da Pixar. Nesse contexto, a produção é uma bela conquista cinematográfica. O roteiro dos também diretores Pete Docter e Bob Peterson é hábil ao equilibrar o aspecto humano e emocional da história com o lado da aventura, tornando o filme atraente tanto a adultos quanto a crianças. A maior conquista da direção de ambos é o desenvolvimento do protagonista e o estabelecimento de uma forte identificação entre a plateia e ele; uma tarefa difícil, levando em conta que Carl Fredricksen é um velho rabugento e que poderia gerar antipatia.

Docter e Peterson fogem desta armadilha através de pequenas soluções que ajudam a compreender o personagem como um todo, evitando uma percepção mais rasa e unidimensional. E o maior exemplo disso é a sequência que ilustra toda a história da vida de Fredricksen e de Ellie. Essa pequena montagem é nada menos que genial e pode figurar, certamente, entre as maiores conquistas da Pixar: em pouco menos de cinco minutos, e sem qualquer diálogo, o espectador sente a felicidade, a dor, o amor, as desilusões e a realidade daquele casal. É um momento magnífico e emocionante, um exemplo magistral de economia narrativa que faz a plateia compreender quem é Carl Fredricksen ao mesmo tempo em que o torna uma figura familiar e querida.

Mas o desenvolvimento do personagem não se encerra aí. Fredricksen tem um arco dramático bem definido na história que, mesmo sendo previsível, é construído de maneira eficaz e sensível pelo cineasta. Além disso, a natureza, digamos, “experiente” do personagem permite o roteiro abordar temas relevantes que, mais uma vez, mostram por que as animações da Pixar se diferenciam da grande maioria. A dor da perda, a inevitável passagem do tempo e a busca pela renovação são assuntos adultos presentes em Up - Altas Aventuras, tratados de maneira sutil pelo roteiro, afinal, trata-se de um desenho animado para o público infantil.

E Up - Altas Aventuras provavelmente é o filme da Pixar que mais faça concessões às crianças desde Carros. Isso fica claro, por exemplo, na abordagem da questão dos cachorros falantes: faria alguma diferença à trama se eles fossem cães que apenas latissem? Só para lembrar, esse mesmo problema foi contornado com maestria em Ratatouille. Dar voz aos animais é uma forma de apelar descaradamente ao público infantil e a inserção deste elemento cria uma espécie de conflito com tom humano dado à história e aos personagens – os dois não parecem pertencer ao mesmo filme, o que causa certa estranheza e prejudica a produção.

Da mesma forma, também é inevitável constatar que Up - Altas Aventuras é o roteiro com menos ideias originais da Pixar. Todos os filmes do estúdio são repletos de pequenas sacadas que vão se somando para formar um todo diferenciado, mas aqui elas aparecem em número reduzido. Assim, a produção raramente demonstra a criatividade única dos profissionais envolvidos na produção – ainda que existam momentos inspirados, como o combate entre os dois idosos, o despertador-sapo e a hilária cena na qual um dos personagens é arrastado por um vidro.

Mesmo que Up - Altas Aventuras apresente estas e outras situações engraçadas, o filme não busca atingir uma hilaridade incessante. Tais gags surgem em alguns momentos específicos, sem a necessidade de fazer rir a todo momento. Por outro lado, Docter e Peterson têm o objetivo de desenvolver o aspecto dramático e emocional da história, tarefa na qual são muito bem sucedidos. O filme possui coração e alguns momentos realmente tocantes, como a já citada montagem inicial, a descoberta de Fredricksen no “Livro de Aventuras” e o belíssimo plano final. Esta cena, aliás, mostra como a obra consegue envolver o espectador: apenas assistir aquela imagem dá uma sensação perfeita de encerramento à história.

Obviamente, os aspectos técnicos do filme merecem ser lembrados. A animação é impecável, desde a fluidez dos movimentos dos personagens até a preocupação com os detalhes, como a barba de Fredricksen, que cresce no desenrolar da história. Importante ressaltar também o cuidado na própria composição dos personagens: os traços quadrados do rosto do protagonista servem como uma representação de sua personalidade dura e rígida. A mesma interpretação pode ser estendida ao gordinho Russel, que se apresenta adorável, e ao carismático cachorro Doug, cuja aparência faz contraponto com dos outros amedrontadores cães.

Claro que Up - Altas Aventuras tem uma estrutura previsível, mas isso é de se esperar em um filme com tal proposta. No geral, é mais uma obra acima da média da Pixar, capaz de transcender gêneros e falar aos olhos e aos corações de todos. Possui seus problemas e está longe de ser uma obra-prima do nível de WALL·E. Porém, é um esforço digno, do qual crianças e adultos certamente sairão com um sorriso no rosto.

Por Silvio Pilau
12/09/2009

3.00
Bom

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Comentários

Flavio.Ozorio comentou:

Up - Altas Aventuras

5.000
"Incrível"

"Já era de se esperar que com a evolução, a Pixar chegasse a fazer UP. Repetindo o resultado alcançado com Wall-E, os produtores fazem esse que sem sombra de dúvidas foi o filme de 2009, misturando personagens cativantes com uma história leve e ao mesmo tempo que envolve o espectador, UP encanta desde o primeiro minuto. Nos vemos por várias vezes no velho Fredricksen, ou mesmo no garotinho Russuel, e aprendemos lições valiosas sobre amor, honestidade e acima de tudo companheirismo com o próximo. Um filme encantador. "

3 anos atrás · Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Marylaw avaliou:

Muito bom

MUITO BOM MOSTRAR QUE NEM QDO PERDEMOS ALGUÉM MTO IMPORTANTE PODEMOS DEIXAR O SONHO DOS DOIS MORRER MESMO QUE UM JA TENHA PARTIDO OQ SONHAMOS TEMOS QUE COLOCAR EM PRÁTICA PQ DO OUTRO LADO ESTAREMOS UMA PESSOA FELIZ

4 anos atrás · Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
elisaa.xd avaliou:

Excelente

Com uma história simples, o filme nos conquista logo de cara.
Os protagonistas, um velho viuvo e rabugento e um menino gordinho e japonês, fogem totalmente do padrão estetico e social dos dias de hoje, o que, pelo menos parea mim, os torna ainda mais encantadores.
Doug, o cachorro que fala, é a realização de um sonho. Quem nunca quis saber o que seu bichinho está pensando?
Enfim, tudo maravilhoso como todo clássico Disney Pixar.

4 anos atrás · Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder

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