Uma Prova de Amor

Uma Prova de Amor
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Sinopse

Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patric) são informados que Kate (Sofia Vassilieva), sua filha, tem leucemia e possui poucos anos de vida. O médico sugere aos pais que tentem um procedimento médico ortodoxo, gerando um filho de proveta que seja um doador compatível com Kate. Dispost ... Leia mais 

Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patric) são informados que Kate (Sofia Vassilieva), sua filha, tem leucemia e possui poucos anos de vida. O médico sugere aos pais que tentem um procedimento médico ortodoxo, gerando um filho de proveta que seja um doador compatível com Kate. Disposto a tudo para salvar a filha, eles aceitam a proposta. Assim nasce Anna (Abigail Breslin), que logo ao nascer doa sangue de seu cordão umbilical para a irmã. Anos depois, os médicos decidem fazer um transplante de medula de Anna para Kate. Ao atingir 11 anos, Anna precisa doar um rim para a irmã. Cansada dos procedimentos médicos aos quais é submetida, ela decide enfrentar os pais e lutar na justiça por emancipação médica, de forma a que tenha direito a decidir o que fazer com seu corpo. Para defendê-la ela contrata Campbell Alexander (Alec Baldwin), um advogado que cuidará de seus interesses.

Dados técnicos

Gênero Drama
Título Original My Sister's Keeper
Diretor Nick Cassavetes
Atores principais Cameron Diaz, Alec Baldwin, Joan Cusack, Nicole Marie Lenz, Abigail Breslin, Jason Patric, Thomas Dekker, Evan Ellingson, Sofia Vassilieva, Elizabeth Daily
Ano de produção 2009
Duração 109 minutos.
Produtor Stephen Furst
Escritor Jeremy Leven, Jodi Picoult
País Estados Unidos da América
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.95
Avaliação média baseada em 2953 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.25
Avaliação média baseada em 8 críticos
Última modificação jev233 (2 anos atrás)
Especialista neste filme
yarezhita

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Crítica especializada

O Globo Online - A. Miranda (Brasil)

4.00
Muito bom

Amor levado ao limite

‘Uma prova de amor’. A história de “My sister’s keeper” (no original) inevitavelmente esbarra no dramalhão: um casal (Cameron Diaz e Jason Patric) tem uma filha (Abigail Breslin) com a esperança de que ela possa servir como doadora para a irmã mais velha (Sofia Vassilieva), que tem câncer. O questionável pla ... Leia mais Amor levado ao limite

‘Uma prova de amor’. A história de “My sister’s keeper” (no original) inevitavelmente esbarra no dramalhão: um casal (Cameron Diaz e Jason Patric) tem uma filha (Abigail Breslin) com a esperança de que ela possa servir como doadora para a irmã mais velha (Sofia Vassilieva), que tem câncer. O questionável plano dá certo durante anos, até que, um dia, a personagem de Abigail resolve contratar um advogado (Alec Baldwin) para processar a família e pedir emancipação médica. A mãe fica bastante irritada, a família se divide na questão, e a irmã doente, que passou a vida lutando contra o câncer, vai piorando à espera da decisão judicial.

E é aí que um bom diretor faz toda a diferença na condução de uma história. A partir do drama, Nick Cassavetes constrói uma relação familiar complexa, com traumas e rancores sendo revelados aos poucos. A narrativa assume pontos de vista distintos, numa estrutura de roteiro criativa e envolvente.

No fim, chora-se não apenas pela surpresa que “Uma prova de amor” traz, mas também pela reflexão sobre quais seriam os limites para os amores fraternal e maternal.

André Miranda (11/09/2009)

UAI - M. Castilho Avellar (Brasil)

4.00
Muito bom

Nick Cassavetes começou a carreira de diretor há 13 anos, com um fardo pesado sobre os ombros: ser filho do mais importante realizador independente da história do cinema americano, John Cassavetes, e da musa dos “indies” Gena Rowlands, atriz de primeira e militante da linha de frente na busca do patrocínio para projetos fora dos grandes est ... Leia mais Nick Cassavetes começou a carreira de diretor há 13 anos, com um fardo pesado sobre os ombros: ser filho do mais importante realizador independente da história do cinema americano, John Cassavetes, e da musa dos “indies” Gena Rowlands, atriz de primeira e militante da linha de frente na busca do patrocínio para projetos fora dos grandes estúdios. Uma prova de amor, seu filme mais recente, mostra que o Cassavetes mais moço não dilapidou essa herança. O filme, sua obra mais amadurecida, recusa-se a seguir as formas libertárias que a criação de seu pai tomou, mas também se nega a aderir aos cânones da história bem contada ditados pelos grandes estúdios. É possível que John Cassavetes, que morreu antes de Nick se tornar diretor, sentisse orgulho dessa opção: defensor intransigente de uma obra pessoal e autoral, ele provavelmente se decepcionaria com um filho que simplesmente o imitasse, que não tivesse identidade própria; mas também não estaria satisfeito com um herdeiro que aderisse ao sistema de estrelas e estúdios que seu pai passara a vida combatendo.

Uma prova de amor traz, nesse sentido, o melhor dos dois mundos. Agrega, da narrativa tradicional do cinema americano, elementos preciosos, como as estratégias para produzir identificação entre personagens e espectadores, o jogo claro entre intérpretes e câmera – que permite que interpretação e diálogos caminhem lado a lado sem serem redundantes, o crescendo de peripécias e pontos de virada que conduz, inevitavelmente, à catarse. Em compensação, rompe com regras consagradas, permitindo-se uma edição não linear, em que os fatos vão e voltam ao sabor da memória ou da livre associação de ideias das personagens, trabalhando os intérpretes em condições que aceitam a improvisação e dão surpreendente frescor tanto aos momentos líricos quanto às passagens dramáticas, impondo uma história não acabada, frente à qual permaneceremos com algumas dúvidas, que produzirão nossa reflexão. Se apela para as lágrimas em muitos momentos (candidatos a espectadores, podem deixar os lenços a postos), tempera o melodrama com outras passagens, em que soluções narrativas inesperadas e bem-humoradas cortam completamente a pieguice.

Ironicamente, o maior achado formal de Uma prova de amor lhe foi dado de presente pelo livro em que se baseou, escrito por Jodi Picoult: a multiplicidade de pontos de vista, em que cada uma das personagens é chamada a defender, nem que seja por instantes, seu olhar e sua convicção diante dos fatos. Mesmo em relação a isso, contudo, Cassavetes tem seu mérito: se, nas origens, esse efeito teria mais o objetivo de propor ao leitor uma abordagem supostamente imparcial dos acontecimentos, no filme ele se torna estrutura fundamental da própria narrativa, responsável por boa parte de sua dinâmica.

O melhor é que todo esse aparato está a serviço de um tema importante por sua polêmica e atualidade. Anna (Abigail Breslin) é uma menina de 11 anos. Nasceu de processos de reprodução assistida, com seus genes selecionados para poder servir como doadora para sua irmã Kate (Sofia Vassilieva, anotem o nome, pois a atuação é brilhante), vítima de uma forma devastadora de leucemia. Só que Anna, supostamente, cansou-se das internações constantes para ajudar a irmã, dos riscos decorrentes de sua missão, da maneira como seus pais Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) praticamente dedicam sua vida à doente, deixando de lado a filha mais nova e seu melancólico irmão Jesse (Evan Ellingson). Com ajuda do advogado Campbell Alexander (Alec Baldwin), a menina solicita à justiça o direito de decidir sobre seu próprio corpo – ou seja, o direito de decretar a morte de Kate.

Poderia ser um drama familiar comum, uma obra sensacionalista sobre os riscos éticos das novas tecnologias, ou até mesmo um singular filme de julgamento. Nick Cassavetes recusa esses caminhos e oferece, em troca, uma meditação sobre vida e morte, obstinação e renúncia, amor e desprendimento. Se a maior parte dos espectadores sairá do cinema com lágrimas nos olhos, não serão apenas lágrimas de tristeza: Uma prova de amor nos lembra que a qualidade de uma vida é mais importante que sua quantidade, e que uns poucos instantes são suficientes para legitimar toda uma existência.

Marcello Castilho Avellar - EM Cultura

Cine Players - S. Pilau (Brasil)

3.00
Bom

Bonito e emocionante, capaz de levar qualquer pessoa às lágrimas. Mas também tem seus problemas.

Filmes são realizados com os mais diferentes objetivos. Existem os produzidos unicamente para levar a plateia às risadas, outros criados para fazer o espectador refletir sobre o que assiste e também aqueles cujo grande objetivo é tocar o cora ... Leia mais Bonito e emocionante, capaz de levar qualquer pessoa às lágrimas. Mas também tem seus problemas.

Filmes são realizados com os mais diferentes objetivos. Existem os produzidos unicamente para levar a plateia às risadas, outros criados para fazer o espectador refletir sobre o que assiste e também aqueles cujo grande objetivo é tocar o coração e gerar lágrimas do público. Neste último grupo, estão obras como Love Story e Laços de Ternura, verdadeiros sucessos que conquistaram plateias de todo o mundo e fizeram empresas de lenços lucrarem com suas vendas. Ano passado, o principal expoente dessa linha foi Marley & Eu, uma produção que fez chorar até marmanjos de coração duro. E a disputa do filme-lenço de 2009 já tem o seu campeão: Uma Prova de Amor, novo trabalho de Nick Cassavetes.

Baseado em um best-seller de Jodi Picoult, o filme conta a história de como uma família lida com o câncer terminal da filha adolescente. O inusitado da situação fica por conta de Anna, irmã da garota doente, que aciona um advogado com o objetivo de processar os pais para assumir direitos sobre seu corpo. Tudo porque Anna foi um bebê geneticamente planejado para servir como doadora à irmã, fato ao qual a garota não quer mais se submeter. Tem início, então, não somente uma batalha legal, mas uma disputa dentro da própria família, enquanto lidam com a proximidade da morte da menina com câncer.

Pela sinopse, percebe-se que o Uma Prova de Amor é um potencial gerador de lágrimas. A história envolvendo crianças à beira da morte, laços familiares em turbulência e as questões geradas a partir disso só poderiam resultar em um filme emocionante, capaz de tocar corações. E a obra de Cassavetes (diretor do ótimo Diário de uma Paixão) consegue isso, mesmo que algumas vezes tenha que apelar para recursos nada discretos. Uma Prova de Amor é, sem dúvida alguma, um filme que cumpre a sua proposta, sendo capaz de fazer a plateia sair do escuro do cinema com o rosto inchado e vermelho de tanto chorar.

Mas vamos com calma. O roteiro, escrito pelo próprio Cassavetes e por Jeremy Leven (de Don Juan de Marco), chama a atenção desde os primeiros minutos pela fórmula adotada: ao invés de contar com apenas um narrador, o filme aposta na múltipla narração, com cada personagem se apresentando e refletindo sobre como a doença de um parente influenciou suas próprias vidas. Não é um recurso novo (Martin Scorsese, por exemplo, fez isso em Os Bons Companheiros), mas é uma opção ousada e, acima de tudo, eficaz, que oferece uma maior compreensão em relação a cada personagem e a forma com a qual eles encaram a difícil situação.

Porém, se demonstra coragem nesse sentido, o roteiro se amedronta em questões essenciais. O filme trata de temas extremamente polêmicos e profundos, principalmente a geração de crianças com o único objetivo de servirem de doação. Chega a ser decepcionante, então, ver como a história evita discutir o tema, tratando a ação da pequena Anna mais como um fato inusitado do que como um ponto de partida para a reflexão. Por exemplo, o dilema moral, inevitável aos pais que se vêem diante de uma decisão dessa magnitude, é tratado em duas ou três linhas de diálogos, sem jamais receber a profundidade merecida. Afinal, é justo conceber uma criança com o único propósito de salvar outra?

Ao fugir dessa questão essencial à própria história, o filme se apequena. E, o que é pior, acaba criando uma imagem nada agradável do pai e, principalmente, da mãe (personagem de Cameron Diaz), como se os dois não se preocupassem com Anna. O sentimento real de Sara pela filha permanece um mistério durante todo o filme e é, sim, uma pergunta que deveria ser respondida. Mas a personagem é complexa, como se pode perceber com a constante recusa em desistir da filha: isso se dá sua tanto por não querer perdê-la quanto por não querer perder o sentido de sua própria vida, uma vez que a batalha se tornou sua única razão de ser.

É um pena, portanto, que um papel repleto de camadas tenha ficado nas mãos de uma atriz limitada como Cameron Diaz. Não que ela esteja mal, porém, também não é capaz de transmitir todos os sentimentos de Sara ou torná-la crível diante da difícil situação na qual se encontra. Fica claro que sua capacidade dramática está amarrada às comédias românticas. O mesmo vale para Jason Patric, outro ator de pouco alcance, que faz de Brian mais um boneco em tela do que uma pessoa real. Seu personagem, na verdade, é prejudicado por ser deixado de lado pelo roteiro, com apenas um momento no qual demonstra algo além do unidimensional. Já Joan Cusack e Alec Baldwin apresentam atuações eficazes, ainda que as motivações do advogado para pegar o caso jamais convençam.

A verdade é que o elenco infantil dá um verdadeiro baile no adulto. Abigail Breslin e a desconhecida Sofia Vassileva entregam um verdadeiro show de interpretação. Breslin já é conhecida do grande público (inclusive já concorreu ao Oscar por Pequena Miss Sunshine) e demonstra mais uma vez o seu talento e carisma no papel difícil de Anna. Mas é Vassileva quem realmente conquista o espectador. A atriz não somente demonstra coragem e entrega ao atuar careca durante quase todo o tempo, como também combina com perfeição toda a tristeza, doçura e melancolia da personagem. Seus sorrisos forçados, diante da inevitabilidade de seu destino (especialmente na cena com toda a família no hospital), são de cortar o coração.

Breslin e Vassileva ainda são as responsáveis por boa parte da emoção contida em Uma Prova de Amor, graças à relação entre as duas irmãs, verdadeiro núcleo da obra. A química entre as duas atrizes excede os limites da tela e o amor entre elas contagia o espectador. Na realidade, as cenas com Vassileva, seja com Breslin ou com Thomas Dekker, que interpreta o namorado Taylor, estão entre os melhores momentos da produção. O romance, aliás, talvez seja a parte mais bonita e tocante de todo o filme. É quando a narrativa realmente passa a falar fundo com o espectador e a emoção surge naturalmente – a minitrama com Kate e Taylor daria, certamente, um belíssimo filme por si só.

De certa forma, é a partir deste momento que Uma Prova de Amor realmente consegue contagiar o espectador. Até então, no subenredo envolvendo a questão judicial, a produção parecia ter dificuldades de estabelecer essa identificação com a plateia, uma vez que as reações e atitudes tomadas pelos personagens permaneciam um mistério. Há uma forte diferença de tom entre os momentos sobre o processo e as cenas passadas em família – os segundos são infinitamente mais fortes, o que leva à pergunta sobre se a história envolvendo a atitude de Anna é realmente necessária. Tudo bem que ela é o ponto de partida para a trama, mas, como o roteiro se acovarda ao gerar discussões e os momentos emocionantes são aqueles passados no núcleo familiar, fica a dúvida se o filme não poderia ter focado somente em como os Fitzgerald lidavam com o câncer da filha.

É aí, aliás, que Uma Prova de Amor atinge o seu objetivo: emocionar. Cassavetes pode apelar para alguns recursos discutíveis – como as constantes cenas em câmera lenta, nas quais o som diegético desaparece e a trilha sonora sobre com alguma música emocionante –, mas essa forma de manipulação somente funciona porque o espectador está imerso na história e nos personagens. Em um filme sem valor dramático ou narrativo, cenas como essas são apenas vergonhosas; em Uma Prova de Amor, elas são emocionantes. Além disso, elas não são exageradas a ponto de se tornar piegas, e Cassavetes cria alguns belíssimos momentos, cenas de pura emoção nas quais é difícil não se emocionar, como a sequência na praia ou a já citada relação entre Taylor e Kate.

Assim, Uma Prova de Amor consegue despertar sentimentos reais na plateia. É um filme com problemas narrativos, sim, e que poderia ter mais coragem e um pouco mais de sutileza na tentativa de emocionar. Mas, por outro lado, conta com uma história que é, ao mesmo tempo, bonita e triste, capaz de se conectar com o público de uma forma que poucos outros filmes conseguirão neste ano. Assim

Comentários

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marcio de almeida comentou:

Uma Prova de Amor

4.500
"Excelente"

"um lindo filme me jogaram um tomate mas eu nem tinha avaliado este filme, pois é quando acho um filme ruim posto mesmo mas no caso deste é maravilhoso"

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
maria sa comentou:

Uma Prova de Amor

5.000
"Incrível"

"Filme emocionante que mostra o drama de uma família diante de uma fatalidade prestes a acontecer... Cameron mostra todo o seu lado dramático nesse filme simplesmente de tirar o folego..."

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Weslley Mateus dos Santos comentou:

Uma Prova de Amor

5.000
"Incrível"

"Um dos poucos filmes que me fez chorar do começo ao fim...ainda mais quando minha familia passa por um problema mui semelhante...minha vó possui leucemia também, não é grave como o retratado no filme, mas mesmo assim é dramático pra quem sofre isso na pele..."

4 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
marcio de almeida comentou:

Uma Prova de Amor

4.500
"Excelente"

"este filme é muito binito,alem do que consegue mostrar um lado diferente de cameron dias,que sobe explorar muito bem seu lado dramatico..."

6 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Marcelo.Gomes74 comentou:

Uma Prova de Amor

4.500
"Excelente"

"Excelente filme, com um assunto complicado de se tratar, Recomendo! "

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
cygm comentou:

Uma Prova de Amor

4.000
"Muito bom"

"Muito bonito."

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
kakate comentou:

Uma Prova de Amor

4.000
"Muito bom"

"Abigail Breslin numa atuação perfeita. Algo comum para a pequena carreira dessa atriz. "

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Débora Oliveira avaliou:

Excelente

Perfeito

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Gonçalves da silva avaliou:

Muito bom

muito triste ! algo muito diferente , muito bom gostei , deveria ter muito filme nessa categoria .

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
rehmarina avaliou:

Excelente

filme mais que perfeito, uma lição de vida

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
michele9748 avaliou:

Bom

muito bobo

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
s2r2h avaliou:

Excelente

Esse fimfe é simplesmente um,é uma lição de vida,é muito bom,recomento que quem não assistiu assista,é exelente mesmo

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
reisgomes avaliou:

Excelente

lindo e emocionante

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
John Faber Marques Bitencort avaliou:

Excelente

é otimo, eu adorei esser filme e melho

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
John Faber Marques Bitencort comentou:

é otimo, eu adorei esser filme e melho

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
LEIN avalio:

Excelente

um dos melhores filmes que vi em 2009

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
gomesamo avalio:

Excelente

É UMA GRANDE HISTORIA UNICA MESMO MUITO BOM DEMAIS

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Teny qualificou:

Excelente

emocionante uma linda história

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
cesat qualificou:

Muito bom

otimo, qdo vai estrear no cinema?

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

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Bom(+)
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