Um sonho possível

Um sonho possível
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Sinopse

Um adolescente pobre de pouca educação académica mas muito tamanho é recrutado por um importante programa universitário de futebol americano onde é transformado em um exitoso candidato a jogador da NFL. Baseado no livro de Michael Lewis

Dados técnicos

Gênero Biografia, Drama, Esportes
Título Original The Blind Side
Diretor John Lee Hancock
Atores principais Sandra Bullock, Kathy Bates, Jae Head, Kim Dickens, Lily Collins, Ashley LeConte Campbell, Quinton Aaron, Ray McKinnon, Tim McGraw, Tom Nowicki, Rhoda Griffis
Ano de produção 2009
Duração 128 minutos.
Escritor John Lee Hancock
País Estados Unidos da América
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.92
Avaliação média baseada em 3425 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 2.71
Avaliação média baseada em 7 críticos
Última modificação la vieja (um ano atrás)
Especialista neste filme
Liliana.Guzman

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Trailer

Imagens

Crítica especializada

Cine Players - R. Trigo (Brasil)

3.00
Bom

Um Sonho Possível é a versão light de Preciosa - Uma História de Esperança. Ambos os filmes contam basicamente a mesma história: a luta de dois adolescentes negros, com históricos de violência familiar e pais viciados em drogas, para quebrar a barreira social e encontrar um posição na vida. A diferença está no tom. Enquanto que Preciosa ... Leia mais Um Sonho Possível é a versão light de Preciosa - Uma História de Esperança. Ambos os filmes contam basicamente a mesma história: a luta de dois adolescentes negros, com históricos de violência familiar e pais viciados em drogas, para quebrar a barreira social e encontrar um posição na vida. A diferença está no tom. Enquanto que Preciosa vai fundo no drama, Um Sonho Possível opta pelo caminho da fantasia e da edulcoração. A preocupação do diretor John Lee Hancock em dourar a pílula é tanta, que seu trabalho se insere num tipo de cinema educativo, de auto-ajuda, aquele em que a moral da história e as boas intenções dos personagens são realçadas a todo instante. É o que os americanos chamam de feel good movie. Com todas essas limitações, tanto na forma quanto no conteúdo, Um Sonho Possível mais parece um telefilme bem comportado.

A história começa em 18 de novembro de 1985, com a reprodução de um lance da partida de futebol americano, em que o quarterback do Washigton Redskins, Joe Theismann, é bloqueado pelo defensor Lawrence Taylor, do New York Giants. O filme defende a tese de que, a partir dali, os times sentiram a necessidade de repensar suas estratégias, abrindo espaço para um jogador que se ocupasse exclusivamente com a proteção do flanco esquerdo dos quarterbacks destros, aquilo que os americanos chamam de ponto cego. Essa função dentro do gramado só poderia ser exercida por homens grandes e ágeis, e de coxas e braços largos. Um dos que possuía a combinação desses elementos, tão rara e cara, era o jovem Michael Oher.

Nascido em 1986, em Memphis, Oher (Quinton Aaron) nos é apresentado no exato instante em que está sendo investigado por uma espécie de promotoria. Ele não sabe exatamente do que o acusam. O filme recua dois anos no tempo. Oher está no banco de trás de um carro. O veículo trafega por um bairro pobre. À medida que avança, as ruas passam a ficar mais arborizadas. Ele está em outro local de Memphis, mais abastado de onde acabara de sair. Seu destino é a escola Wingate, de doutrina cristã, onde postula um espaço no time de basquete ou futebol. Após algumas resistências iniciais, ele é aceito pela entidade.

Nesse momento, somos introduzidos à personagem de Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock). Ela é decoradora de interiores. Na sua primeira cena, Leigh fala ao celular com um cliente. Pelo seu tom, já é possível perceber que ela é dura na queda e que não leva desaforo para casa. Sua personalidade aparece no modo como educa seus filhos: quando a garota Collins comete uma falha no jogo de vôlei do colégio, ela a incentiva a levantar a poeira e partir para a outra. Nada de choros ou autopiedade. Leigh é casada com Sean (interpretado pelo cantor de música country Tim McGraw), ex-jogador de basquete da Universidade do Mississipi e atual dono de várias franquias da Taco Bell. Para aquela família, dinheiro não é problema.

O filme vai intercalando trechos da vida dos dois, até que, numa noite, ao voltar para casa com o marido, Leigh vê Oher perambulando pelas ruas da cidade. Em vez de dormir na sua casa, ele prefere se arrumar entre as arquibancadas de cimento do ginásio de esportes do colégio. Leigh se compadece com o drama de Oher e o convida para acompanhar até sua residência. Oher aceita. Dali nascerá uma relação de mãe e filho, de proteção mútua, que mudará a vida de ambos.

Um dos principais problemas de Um Sonho Possível é de foco. Aparentemente, o diretor (que também é o roteirista) não soube responder a uma questão básica: do que esse filme trata? Ora, a resposta teria que ser: da vida de um cara chamado Michael Oher. Logo, o atenção deveria estar voltada para ele e não para Leigh. Isso me parece até mesmo óbvio, afinal de contas, o filme se assume como uma biografia do jogador. Ao tornar Leigh a protagonista, Um Sonho Possível transforma Michael em coadjuvante da sua própria história. Alguém falou em racismo por aí?

É claro que a opção por uma atriz do calibre e com o potencial de bilheteria de uma Sandra Bullock, indica que a sua personagem foi concebida como a principal desde o início. Mas nesse caso o erro está na proposta em si, no próprio conceito do qual se parte. Um Sonho Possível é um caso crítico de filme que sofre de crise de identidade.

A eleição de Leigh como a protagonista prejudica o desenvolvimento da personagem de Oher. Pouco sabemos sobre seu passado. Vemos apenas – em flashes – que ele foi afastado da mãe ainda quando criança. Do pai, ouvimos um comentário breve sobre sua morte num acidente de carro. Não temos qualquer informação sobre sua infância, com quem viveu, quem o educou, quem são seus outros irmãos e o quanto essas dificuldades forjaram sua adolescência.

Em determinados momentos do filme, percebe-se que o roteiro cria determinadas situações para que pudéssemos conhecer Oher com mais profundidade. Mas todas elas são desperdiçadas de forma até mesmo gratuita. A certa altura, Oher encontra um de seus irmãos trabalhando como garçom. Eles se abraçam calorosamente. Não se viam há anos. Infelizmente o roteiro não percebe o potencial da cena e não permite nem que ouçamos as palavras trocadas por ambos. Ao contrário, o foco da cena é na reação de Leigh, do lado de fora do restaurante. Pra piorar, o irmão não reaparece no filme e a sequência fica solta e sem função dentro da trama. Mais à frente, Oher volta ao lar para rever a mãe mas só consegue encontrar com os amigos de infância, sempre rodeados por mulheres, bebidas, revólveres e correntes no pescoço. Novamente nada de muito profundo sai daí.

Os problemas não se limitam ao desenvolvimento do personagem de Oher. O filme praticamente não aborda o tema do racismo (a única menção é num diálogo de Leigh com suas amigas num restaurante), deixando transparecer que a vida de Michael, após ser acolhido pela família Touhy, foi relativamente tranqüila. Além disso, o roteiro não explora um interessante viés aberto pela história, sobre o conflito entre a republicana Leigh (em certo momento do filme, ela defende o Presidente George Bush como o único capaz de colocar ordem numa repartição pública) e a democrata Miss Sue (Kathy Bates), professora particular de Oher.

Por fim, numa história tão sofrida como a de Oher, impressiona e incomoda a falta de conflito dramático do roteiro. Os filhos aceitam a figura de um novo irmão sem qualquer contestação. Não há qualquer indicação de ciúme ou desconfiança. Ao contrário, eles o vêem como um novo amiguinho (pra não dizer brinquedinho) e o recebem de braços abertos. O marido, por sua vez, é o exemplo máximo de compreensão e passividade. A certa altura, o filho sofre um acidente de carro que era guiado por Oher (a cena indica que ele teve sim uma parcela de culpa no evento) e o casal nem pensa em lhe dar uma reprimenda ou lhe aplicar um castigo. Pior ainda é a cena da investigação, cujo desfecho anticlimático coloca em xeque a própria opção do diretor em fazer uso do flashback.

Apesar de todos esses problemas, nem tudo está errado em Um Sonho Possível. A interpretação de Sandra Bullock merece destaque. Ainda que o Oscar recebido tenha mais relação com o seu momento na indústria do cinema e também com a fragilidade das concorrentes, a atriz se sai bem na caracterização de uma personagem que tinha tudo para cair na peruagem ou no nariz empinado. Não há exageros, nem caras e bocas. Bullock optou por uma atuação bem low-key, em que o menos é mais. Esse lado minimalista se adapta à personalidade de uma mulher confiante, segura, que acredita no próprio taco e que sabe atingir seus objetivos de forma serena e discreta. A Leigh, de Bullock, é a Erin Brockovich de Julia Roberts, sem o lado barraqueira.

Oher é interpretado pelo desconhecido Quinton Aaron, que também se sai muito bem. Seu personagem é de poucas palavras, o que desloca a atuação para os gestos e olhares. E nesse aspecto, Aaron consegue transmitir a vulnerabilidade e carência necessárias. A relação entre Bullock e Aaron, que era chave para o sucesso do filme, convence e faz com que, em certos momentos, até passemos a torcer por aquela dupla.

O restante do elenco não tem um tempo de exposição que os permita ganhar maior visibilidade. De toda a forma, Kathy Bates segura a onda com a categoria esperada e o ator mirim Jae Head consegue a proeza de ser um das crianças mais irritantes dos últimos tempos. Para sermos justos, a culpa talvez nem seja dele, mas sim do texto, que insiste em torná-lo bem mais adulto do que sua idade cronológica (há uma lamentável fala em que Sean Jr., seu personagem, exige do diretor da Universidade, digamos, um favor especial).

No fim das contas, pode-se dizer que Um Sonho Possível é a refilmagem de uma série de outros títulos que já vimos por aí, que abordam o baseball (Desafio do Destino), basquete (Momentos Decisivos, Estrada Para a Glória, Coach Carter - Treino Para a Vida), o golfe (O Melhor Jogo da História), e o próprio futebol americano (Desafiando Gigantes, Duelo de Titãs, Tudo Pela Vitória, Virando o Jogo, Somos Marshall). Talvez justamente por isso, essa característica de abordar algo já conhecido, explique seu enorme sucesso perante o público americano. Para o meu gosto, no entanto, esse é um de seus principais defeitos. A falta de originalidade torna Um Sonho Possível um filme à beira do dispensável.

Pipoca Combo - H. Marino (Brasil)

3.00
Bom

Conta-se uma história baseada em fatos reais: a de Leigh Anne (Sandra Bullock)– e sua família – que, em primeira instância, ajuda um rapaz desencaminhado chamado Michael Oher (Quinton Aaron); mais tarde ele será adotado legalmente. O longa se foca na superação deste rapaz pelo auxílio de Leigh Anne.

São esses dois personagens, então ... Leia mais Conta-se uma história baseada em fatos reais: a de Leigh Anne (Sandra Bullock)– e sua família – que, em primeira instância, ajuda um rapaz desencaminhado chamado Michael Oher (Quinton Aaron); mais tarde ele será adotado legalmente. O longa se foca na superação deste rapaz pelo auxílio de Leigh Anne.

São esses dois personagens, então, os carros-chefes de toda a trama. Um, o “Big Mike” – apelido de Michael Oher –, parece ser um agente ocioso, enquanto Leigh Anne se assemelha a uma força irrefreável, um furacão. Assim temos que a força empurra o agente ocioso. Os méritos de superação são exclusivos de quem? Pois é. É esta personagem que se sai como protagonista, ela terá o melhor desenho. Aliás, é o bom desempenho deste desenho que dá grandes chances à estatueta a Sandra Bullock; nada mais. Apesar disso, tenta-se colocar o insosso Michael Oher, de um também insosso Quinton Aaron, neste nível. Recurso faltoso, porque o personagem soa como um boneco de Leigh Anne, destituído de vontade própria. Ao fim do longa, a última problemática lida com esta sensação na tentativa frustrada de justificá-la. O desfecho não convence.

Também é trabalhada a relação de Big Mike com outro personagem, o S.J., filho de Leigh. Ainda que o retrato da relação possa ser baseado em fatos reais, ele é recheado de clichês. É abusado o contraste cômico de ambos. O pior deste recurso nem é por ser clichê, mas pelo o que ele ajuda a construir.

Um Sonho Possível é um filme muito otimista. É tanto otimismo que a o drama se dilui nele. As problemáticas desaparecem na história de tão fácil que são resolvidas. Momentos pesados são postos abaixo pela direção tímida e simplória, não conseguindo ter um ápice assim. Daí apela-se para um sentimentalismo mal construído, sempre justificado pelo otimismo.

Mas afinal, qual o trunfo da produção? A mensagem. Apesar de todas as falhas e dos afetos, o filme ainda carrega bem a mensagem a que se propõe: a de superação. Assunto que se encaixa perfeitamente para os dias atuais, que são de pós-crise e a promessa de esperança de um governante negro. Quer dizer, o filme traduz o pensamento que a atualidade nos empurra. É uma indicação jornalística, se assim podemos dizer. Passável enquanto obra cinematográfica, e muito estadunidense.

Adoro Cinema - Roberto Cunha (Brasil)

Baseado numa história real, Um Sonho Possível chega nos cinemas brasileiros depois de render um Oscar para Sandra Bullock e o mérito de mostrar que ainda existe gente boa no mundo.

Se foi romanceado ou não, o que se percebe claramente é que o sucesso inconteste nos Estados Unidos tem, pelo menos, uma razão óbvia: a paixão pelo futebol am ... Leia mais Baseado numa história real, Um Sonho Possível chega nos cinemas brasileiros depois de render um Oscar para Sandra Bullock e o mérito de mostrar que ainda existe gente boa no mundo.

Se foi romanceado ou não, o que se percebe claramente é que o sucesso inconteste nos Estados Unidos tem, pelo menos, uma razão óbvia: a paixão pelo futebol americano.

Contudo, ao juntar um personagem real do esporte idolatrado ao componente da pobreza, dos filhos abandonados, a fórmula se potencializou e deve ter contagiado até os membros da Academia, uma vez que o papel não dá para tanto. É honesto.

Na história, Big Mike (Aaron Quinton) era filho de uma mãe viciada em drogas e não tinha onde dormir. Embora tivesse jeito para os esportes, faltava nele algo mais do que o dinheiro. Faltava amor e ódio.

Por mais confuso que possa parecer, o menino que aprendeu a fechar os olhos para esconder as coisas ruins (ou se esconder delas), tornou-se um poço de ternura, não deixando que a amargura tomasse conta de sua vida. Assim, ele apenas sobrevivia e só passou a "existir" quando encontrou o amor de verdade numa família de brancos livres de preconceitos.

Com uma trilha sonora legal e diálogos curtos com doses de emoção, Um Sonho Possível escorrega em vários momentos por parecer artificial demais. E, certamente, os mais atentos vão ter esta impressão, por exemplo, ao ver o pequeno SJ (Jay Head) treinando Big Mike, o personagem de Bullock encarando os viciados ou a reação dela após o acidente. É muita compreensão.

E o roteiro tem várias partes assim. Incomoda um pouco ver as cenas da "nova mãe" bancando a durona com os treinadores e tudo o mais. Parece mentira, mas não é. É bonito saber que foi verdade, mas duro de acreditar. Seria este paradoxo outra razão para tanto sucesso?

Entre as curiosidades, a presença de treinadores verdadeiros participando do filme em momento de humor, a citação do clássico Conduzindo Miss Daisy em forma de deboche e as fotos dos personagens reais nos créditos finais.

O filme emociona, mas não é lacrimejante. Um Sonho Possível revela uma bondade assustadora de tão bonita. Abrindo seus corações e derrubando preconceitos, os Tuohy brindaram Lavoisier quando acreditaram que Michael Oher não era um caso perdido e o transformaram. E se transformaram. Para sempre.

Comentários

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helveciodias comentou:

Um sonho possível

5.000
"Incrível"

"Não acreditei que Sandra Bullock fez esse filme. Ela se saiu muito bem nesse drama. Mereceria o Oscar de Melhor Atriz, se Gabourey Sidibe não estivesse no páreo."

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Morandi comentou:

Um sonho possível

"
achei um filme médio,a história é bem bonita mas faltou algo, que não emocionou me emocionou tenho a sensação que falta algo."

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
wehner avaliou:

Excelente

Filme emocionante, o despertar da conciência e amor de uma mulher, segue-se de exemplo para todos nós.
Alan Wehner

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
cygm comentou:

Um sonho possível

3.000
"Bom"

"Lindo."

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Felipe César Pinto comentou:

Um sonho possível

4.000
"Muito bom"

"Filme muito bem produzido e com uma excelente história para refletir"

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
dalcom avaliou:

Excelente

Oscar merecido de Sandra. Seu melhor trabalho. Filme muito bacana, emocionante, merece ser visto

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
valderjane avaliou:

Excelente

como ja diz o nome do filme todo sonho e possivel.aproveite qualquer oportunidade que a vida lhe ofereçer.

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
gesiel avaliou:

Excelente

esse filme e um dops melhores que eu ja vi

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
nado avaliou:

Muito bom

muito bacana

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
marcio de almeida avaliou:

Excelente

maravilhoso

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
s2r2h avaliou:

Excelente

Muito,muito massa,filme maravilhoso,incrivél,Sandra tá maravilhosa,e olha que eu ja gostava dela e nesse filme ela arrasou.Lindo eese filme.Ameiiiii.....

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
John Faber Marques Bitencort avaliou:

Excelente

é otimo, eu adorei esser filme e melho

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
RicardoMoura avalio:

Bom

Nada a ver com o título, pra variar... Mas um belo filme. Seja a favor das cotas, por enquanto...

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
adrianamuniz avalio:

Bom

Adorei

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Dalizete avalio:

Bom

Previsível

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

Média da avaliação: 35
Bom(+)
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.92
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Avaliação média
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