Star Wars Episódio I - A Ameaça Fantasma (1999)

Star Wars Episódio I - A Ameaça Fantasma (1999)
Pronto, na sua agenda

Sinopse

Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), jovem aprendiz Jedi sob a tutela de Qui-Gon Jinn (Liam Neeson), é designado com seu mestre para escoltar a rainha Amidala (Natalie Portman) até um encontro com os líderes da República, evitando que a Federação coloque em prática seu plano de dominar o planeta N ... Leia mais 

Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor), jovem aprendiz Jedi sob a tutela de Qui-Gon Jinn (Liam Neeson), é designado com seu mestre para escoltar a rainha Amidala (Natalie Portman) até um encontro com os líderes da República, evitando que a Federação coloque em prática seu plano de dominar o planeta Naboo. Mas, durante a viagem, a nave tem problemas e acaba por aterrissar no planeta Tatooine, onde encontram o menino Anakin Skywalker (Jake Lloyd). Qui-Gon acredita que o garoto possa ser o líder dos Jedis que ele procura há muito tempo, mas algo o alerta sobre o perigo de torná-lo seu aprendiz. Este episódio retrocede na história e mostra o que aconteceu antes do primeiro Star Wars , de 1977, e tem duas seqüências, com histórias também anteriores ao primeiro filme lançado.

Dados técnicos

Gênero Ação, Aventura, Fantasia
Título Original Star Wars: Episode I - The Phantom Menace
Diretor George Lucas
Atores principais Natalie Portman, Ewan McGregor, Liam Neeson, Frank Oz, Ian McDiarmid, Anthony Daniels, Ray Park, Jake Lloyd, Kenny Baker, Ahmed Best, Pernilla August
Ano de produção 1999
Duração 136 minutos.
Classificação do CAEC PG - Não Recomendado para menores de 10 anos.
Produtor Rick McCallum
Escritor George Lucas
Música John Williams
País Estados Unidos da América
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.48
Avaliação média baseada em 1826 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.50
Avaliação média baseada em 2 críticos
Última modificação juanl (2 meses atrás)
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Luis.Espitia

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Imagens

Crítica especializada

Cine Players - A. Koball (Brasil)

4.00
Muito bom

Foram 16 anos de espera e, mesmo se não é uma nova obra-prima, Episódio I é incrivelmente divertido.

Quase meia década depois do turbulento lançamento do filme que, sem a menor dúvida, já foi o mais aguardado na face da Terra, cá estou eu para falar sobre Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma. Por 16 anos, milhões de fãs aguard ... Leia mais Foram 16 anos de espera e, mesmo se não é uma nova obra-prima, Episódio I é incrivelmente divertido.

Quase meia década depois do turbulento lançamento do filme que, sem a menor dúvida, já foi o mais aguardado na face da Terra, cá estou eu para falar sobre Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma. Por 16 anos, milhões de fãs aguardaram ansiosamente o diretor George Lucas lançar o primeiro episódio de uma trilogia cuja história precederia a série de filmes mais adorada de todos os tempos, Guerra nas Estrelas. O nome em português já está perdido (já há algum tempo, em todos os países do mundo, por requisição do diretor, a série deve ser chamada por seu nome em inglês, Star Wars – é a força de um nome), mas será que a famosa magia encontrada nos filmes originais permanece em Episódio I?

Bem, essa pergunta tem, em minha modesta opinião, uma resposta bem simples: a magia está sim presente no filme, porém George Lucas cometeu alguns deslizes graves, e este episódio não se equivale a nenhum dos três lançados anteriormente. Vou ser sincero para com você, leitor: minha opinião sobre A Ameaça Fantasma já mudou três vezes desde que vi o filme nos cinemas, no dia de seu lançamento aqui no Brasil, 24 de junho de 1999. É fácil recordar dessa data, desse dia específico. Claro que eu não participei de todo o clima do lançamento dos filmes originais, afinal quando O Retorno de Jedi foi lançado, eu ainda estava de chupeta na boca.

Mas naquele longínquo ano de 1999, eu havia me deixado levar pela enorme expectativa em torno do filme, mesmo que a Internet ainda apenas começava a fazer parte de minha vida (e tenho certeza que muitos de vocês que lerão isso aqui ainda nunca tinham se conectado à rede). Durante dias antes do lançamento, já estava roendo as unhas. As notícias vindas do lançamento norte-americano (que acontecera em maio) eram em geral boas, o filme estava “arregaçando” nas bilheterias (embora não tivesse mais chances de ultrapassar Titanic, mas ainda assim é a maior bilheteria dos Estados Unidos desde que foi lançado – nem Homem-Aranha, nem Potter e nem O Senhor dos Anéis conseguiram encostar em Episódio I), e as críticas eram em geral positivas (embora hoje o filme seja facilmente reconhecido como o mais fraco da saga, no início parece que a maior parte das pessoas – inclusive eu, como verão a seguir – deixou-se levar pela expectativa e pelo antigo amor à série).

Bem, o que posso dizer? Saí da sessão totalmente satisfeito, até mesmo extasiado. Pronto! Estava aí meu novo filme preferido de todos os tempos (leve em consideração que naquela época eu costumava assistir a apenas 1/4 da quantidade de filmes que assisto hoje em dia, ou seja, era bem menos exigente). Tudo, absolutamente tudo me havia despertado alegria durante aquela sessão. Mesmo Jar Jar Binks, um dos personagens mais detestados da história do cinema. Claro que duas cenas – e isso ocorre até hoje – haviam-me encantado mais. Não foi possível não babar com a fantástica corrida de pods e com o majestoso duelo de sabres-de-luz no final do filme. E ainda tinha a batalha de Naboo e a excelente batalha de espaçonaves, também no final do filme. Àquela época, não havia sido lançado nenhum filme que chegasse perto de apresentar cenas tão visualmente impressionantes como aquela (mesmo Matrix, que fora lançado alguns meses antes, não era páreo, pelo menos era assim que eu enxergava as coisas até lá).

Pois bem, esta minha fase de adoração absoluta de Episódio I como melhor – e mais divertido – filme de todos os tempos durou um tempão. Meses e meses, talvez mais de um ano. A impressão ainda era a mesma quando o filme foi lançado em VHS (porque o DVD só chegou ao mercado em 2001). Mas, eventualmente, passando a conhecer melhor o cinema, e depois de ver o filme algumas vezes, percebi que Episódio I “não era tudo aquilo”. As falhas, que certamente os críticos profissionais perceberam logo de cara, tornavam-se muito evidentes para serem desconsideradas. Dessas falhas, falarei em breve.

Finalmente, hoje vejo o filme com muito carinho, e tornei a gostar bastante dele. As falhas ainda estão lá, e vão fazer parte do filme para sempre, manchando a trilogia “intocável” de milhões de fãs (e três anos mais tarde Episódio II voltaria a ser outro filme instável, mas isso é outra história). Porém não posso deixar de dar crédito, e um crédito enorme, diga-se de passagem, à visão de George Lucas, um homem que vem, mesmo em meio à tanto criticismo, levando pra frente um sonho interior de um tamanho que poucos podem imaginar – e aqui não vou falar de ganância, enganação, pois ainda acredito que, mesmo que a nova trilogia seja feita SIM, em parte, para vender produtos, os novos filmes sobretudo são a realização do sonho do diretor, de ver sua grande obra-prima original, a primeira trilogia, poder ser completada com a tecnologia moderna, algo que só foi possível de realizar após Lucas assistir ao filme de seu amigo, Spielberg, O Parque dos Dinossauros.

Foi somente vendo a evolução da tecnologia presente naquele filme de 1993 (e, claro, tem-se que dar crédito ao filme O Exterminador do Futuro 2, de 1992, por também apresentar modelos computadorizados incríveis) que Lucas teve seu desejo de fazer a nova trilogia reacendido. A partir dali, o diretor viu que a parte técnica não seria mais um problema, pois o filme poderia ser criado inteiramente conforme sua visão. A partir daí, o trabalho começou lento. Lucas nunca tinha escrito o roteiro dos Episódio I a III, apenas idealizado alguns pontos principais, segundo ele mesmo. Os seis anos que separaram O Parque dos Dinossauros do lançamento de seu filme foram árduos. Como muitos não sabem, Lucas ainda é um cineasta independente, e ele próprio, com a sua empresa Lucas Films, é quem deve financiar seus próprios filmes. A 20th Century Fox apenas os distribui. Sendo assim, todos os gastos devem ser ainda mais controlados, pois Lucas deve sempre se preocupar em ter dinheiro para financiar sua próxima obra.

E criar um filme como Episódio I exigiu muito de sua percepção financeira. Com o objetivo de baratear custos de edição, o filme foi fotografado quase que inteiramente com câmeras digitais, encurtando os custos de pós-produção. Episódio II, três anos mais tarde, foi o primeiro filme de grande escala a ser filmado TOTALMENTE com esse novo tipo de equipamento. Embora as câmeras digitais ainda (e destaco o “ainda”) não apresentem a mesma qualidade das antigas câmeras, o resultado foi satisfatório o bastante. Lucas então conseguiu manter um custo de produção excepcional (115 milhões de dólares), levando-se em conta o tamanho do filme. Os 115 milhões transformaram-se em 920 milhões no mundo todo, garantindo a existência dos Episódio II e III. Ainda hoje, Episódio I é uma das maiores bilheterias de todos os tempos.

Não foi só pelo uso de novo equipamento que Episódio I destacou-se tecnicamente. O filme foi o primeiro a apresentar um PERSONAGEM PRINCIPAL inteiramente gerado por computador. É Jar Jar Binks, logicamente. Independente de suas qualidades artísticas, Jar Jar foi a maior revolução técnica de Episódio I, que garantiu uma indicação na categoria de efeitos especiais no Oscar naquele ano. Acabou perdendo para Matrix e seu efeito “bullet-time” (belíssimo, porém inútil em termos de roteiro), mas em minha opinião a evolução apresentada por Episódio I foi muito mais importante. Os efeitos de Matrix apenas serviram para espalhar uma grande praga de filmes de ação “pseudos-bacanas” em Hollywood, praga essa que ainda hoje se alastra. Mas Lucas com seu filme mostrou que nenhum diretor precisava mais ter limites criativos: tudo o que a imaginação poder criar, os computadores também podem.

Mas claro, finalmente chegamos ao ponto de ter que falar da parte ruim de Episódio I. Creio que o roteiro e sinopse hoje sejam conhecidos demais para necessitarem de citações, então passemos adiante. Em 1983, O Retorno de Jedi, dizem os críticos daquela época, foi logo que lançado, assim como Episódio I em 1999, reconhecido como o pior filme da série. Hoje o filme, embora

Comentários

Felipe César Pinto comentou:

Star Wars Episódio I - A Ameaça Fantasma

3.000
"Bom"

"Excelente filme de ficção. Sem dúvida toda a saga foi muito bem feita e possui um grande número de fãs até hoje."

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Felipe.Talco.Guerini comentou:

Star Wars Episódio I - A Ameaça Fantasma

5.000
"Incrível"

"Toda a saga é incrivel um dos melhores filmes que ja vi na vida!"

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
cygm comentou:

Star Wars Episódio I - A Ameaça Fantasma

5.000
"Incrível"

"Todos os filmes da saga são sensacionais."

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

Média da avaliação: 35
Bom(+)
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baseada em 1826 pessoas
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