Muito bom
Está mais para "Coração Valente" do que para "Gladiador". Mas é muito bem filmado e o Russel Crowe é dos poucos caras que atraem o espectador para o cinema. Blockbuster dos bons.
Robin Longstride (Russell Crowe) integra o exército do rei Ricardo Coração de Leão (Danny Huston), que está em plenas cruzadas. Após a morte do rei, ele consegue escapar juntamente com alguns companheiros. Em sua tentativa de fuga eles encontram Sir Robert Loxley (Douglas Hodge), que tinha por ... Leia mais
Robin Longstride (Russell Crowe) integra o exército do rei Ricardo Coração de Leão (Danny Huston), que está em plenas cruzadas. Após a morte do rei, ele consegue escapar juntamente com alguns companheiros. Em sua tentativa de fuga eles encontram Sir Robert Loxley (Douglas Hodge), que tinha por missão levar a coroa do rei a Londres. Loxley foi atacado por Godfrey (Mark Strong), um inglês que serve secretamente aos interesses do rei Filipe, da França. À beira da morte, Loxley pede a Robin que entregue a seu pai uma espada tradicional da família. Ele aceita a missão e, vestido como se fosse um cavaleiro real, parte para Londres. Após entregar a coroa ao príncipe João (Oscar Isaac), que é nomeado rei, Robin parte para Nottingham. Lá conhece Sir Walter Loxley (Max von Sydow) e Marion (Cate Blanchett), respectivamente pai e esposa de Loxley.
| Gênero | Ação, Aventura, Drama |
|---|---|
| Título Original | Robin Hood |
| Diretor | Ridley Scott |
| Atores principais | Russell Crowe, Cate Blanchett, Mark Strong, Danny Huston, Kevin Durand, Oscar Isaacs, Scott Grimes |
| Ano de produção | 2010 |
| Duração | 140 minutos. |
| Classificação do CAEC | PG-13 - Não Recomendado para menores de 14 anos |
| Produtor | Brian Grazer |
| Escritor | Brian Helgeland |
| País | Estados Unidos da América · Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 1812 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 10 críticos |
| Última modificação | jev233 (11 meses atrás) |
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Quinta colaboração entre o diretor Ridley Scott e o ator Russell Crowe, Robin Hood (2010) tem como claro intuito repetir o sucesso da primeira vez em que os dois trabalharam juntos: o sucesso de crítica e público Gladiador (2000) que colocou Crowe como o general romano Maximus Decimus Meridias.
O novo filme do arqueiro de Nottingham busca u ... Leia mais Quinta colaboração entre o diretor Ridley Scott e o ator Russell Crowe, Robin Hood (2010) tem como claro intuito repetir o sucesso da primeira vez em que os dois trabalharam juntos: o sucesso de crítica e público Gladiador (2000) que colocou Crowe como o general romano Maximus Decimus Meridias.
O novo filme do arqueiro de Nottingham busca um ângulo inédito para as aventuras do herói mítico inglês, nascido nas canções dos bardos no século XIII. A trama, a princípio interessante, acompanha ideias recorrentes nos blockbusters recentes e reconta a origem do fora-da-lei em busca de certo realismo histórico (não se sabe ao certo se Robin sequer existiu).
Robin Hood começa durante as cruzadas, com o Rei Ricardo Coração de Leão (Danny Huston) voltando da Palestina, falido, com seu exército. Por onde passam, saqueiam castelos em direção à Inglaterra. Robin Longstride (Russel Crowe) é um de seus arqueiros, sujeito honesto e hábil, que acaba preso ao lado de seus melhores amigos - Will Scarlet (Scott Grimes), Allan A'Dayle (Alan Doyle) e João Pequeno (Kevin Durand) - por falar demais. Mas o destino reserva feitos mais grandiosos ao soldado - e o quarteto foge, apenas para se ver envolvido em um plano de traição que busca a invasão da Inglaterra pelos seus maiores inimigos, os franceses.
Se você sentiu falta da floresta de Sherwood, os órfãos e o "roubar dos ricos para dar as pobres" na sinopse acima, essa é justamente a intenção de Scott e os roteiristas Brian Helgeland, Ethan Reiff e Cyrus Voris. O velho e conhecido Robin, vestido de verde, com chapéu de pena e cercado de seu bando - felizmente, afinal essa história já conhecemos -, não é o herói retratado aqui. Na melhor tradição "Forest Gump" de sujeitos que começam inexpressivos e acabam vivenciando os acontecimentos históricos mais dramáticos de suas épocas, Robin encontra a realeza, torna-se herdeiro de Nottingham, vence batalhas em nome da liberdade dos ingleses...
O grande problema do filme é que ele exige enorme suspensão de descrença. Dá até pra aceitar que o soldado cruzado vá parar aos pés da rainha. Mas ele cruzar meio globo para entrar direto na casa do nobre cego Sir Walter Loxley (Max von Sydow, ótimo), justamente a última pessoa que conhece a história de sua linhagem perdida, é demais. Isoladamente, até daria para relevar. Mas a ideia abre as portas para inúmeras outras coincidências e personagens tirando do éter habilidades que não haviam sido estabelecidas previamente - quando o turrão Robin virou um eloquente discursista? Lady Marion tinha armadura e sabia lutar? - apenas pela conveniência de roteiro.
Ora, o bom roteirista é aquele que resolve seus problemas de maneira a surpreender o público, não o que olha para o lado enquanto elenca suas sequências climáticas obrigatórias do gênero. Até na batalha final há problemas assim. Note como Robin tem que participar de todas as frentes de combate. Ele lidera seus pares, os arqueiros, do alto do penhasco na saraivada que recebe os franceses na costa sul inglesa. Momentos depois está na praia à frente da cavalaria, martelo de guerra em punho, para massacrá-los. E ainda, óbvio, vai encontrar-se cara-a-cara justamente com o grande vilão da história (Mark Strong), no meio do campo de batalha de milhares, para salvar sua honra, seu país e a mocinha (Lady Marion, vivida por Cate Blanchett).
Visualmente, Robin Hood deixa igualmente a desejar, apesar dos ares de milionária superprodução épica. Scott limita-se a repetir o mesmo estilo visual que já havia experimentado em Gladiador e Cruzada. Prova disso é a contratação do diretor de fotografia John Mathieson, que trabalhou nos dois filmes citados, e o burburinho de espanto do público quando sobem os créditos finais, que transformam em belas pinturas algumas cenas do filme (sim, a única surpresa verdadeira é a beleza dos créditos).
Para quem aprecia um território seguro, porém, esse Robin Hood deve funcionar bastante bem. Afinal, Crowe entrega exatamente o tipo de papel que se espera dele: o do macho honrado, que não leva desaforo pra casa, sabe cortar uma cabeça quando é exigido, e tem dentro de si um líder capaz de motivar multidões e derreter o coração de sua amada... ele é mesmo o "Maximus"!
A palavra que melhor define Robin Hood é tédio. São pouco menos de duas horas e meia de uma verdadeira tortura aparentemente sem fim. O diretor Ridley Scott e o ator Russell Crowe voltam a trabalhar juntos em uma parceria que já se tornou habitual, mas que, pela semelhança de enredos, não convence mais.
Desde o primeiro minuto, o longa-met ... Leia mais A palavra que melhor define Robin Hood é tédio. São pouco menos de duas horas e meia de uma verdadeira tortura aparentemente sem fim. O diretor Ridley Scott e o ator Russell Crowe voltam a trabalhar juntos em uma parceria que já se tornou habitual, mas que, pela semelhança de enredos, não convence mais.
Desde o primeiro minuto, o longa-metragem traz a memória Gladiador e Cruzada e ainda remete às demais produções de grande heróis mitificados da história, como Alexandre. Ou seja, é um personagem jogado dentro de uma fórmula prévia comum.
Em Robin Hood não há inventividade e, por isso, a sensação de “já vi isso antes” permeia toda a fraca narrativa. As cores da fotografia obedecem ao padrão Ridley Scott, meio acinzentada, meio azulada; a batalha histórica é mesclada com o romance piegas e inverossímil do herói com Marion Loxley, interpretada por Cate Blanchett. O casal não tem química, a relação é atropelada e os diálogos, quando não previsíveis, são péssimos. A atriz, que dificilmente erra na composição de personagens, aparece burocrática, apenas para cumprir tabela. Da mesma maneira está Crowe, que após ser injustiçado com a perda do Oscar por Uma Mente Brilhante parece ter entrado em greve e apenas repete a composição de Gladiador.
O filme, infelizmente, não consegue achar um foco específico, talvez por tentar mostrar como o personagem central se tornou Robin Hood, ou seja, a narrativa percorre sua história antes de ele ser rotulado como quem roubava os ricos para dar aos pobres. Mas, o que poderia ser uma prerrogativa interessante, simplesmente não funciona. A partir da deserção de Robert (nome antes de Robin) do exército após a morte do rei inglês Ricardo Coração de Leão, o filme parece iniciar uma fábula de amor em tempos de guerra, e não a caracterização do personagem-tema.
Nada consegue surgir de maneira minimamente interessante para o espectador. A subtrama do pai de Robert, por exemplo, é inteiramente inútil e poderia ter sido cortada para livrar mais rápido o público da tormenta. Salve-se, neste caso, a aparição do personagem de Max von Sydow, que atua de forma exemplar ao interpretar o sogro da heroína vivida por Blanchett.
Clímax não há. O que sobra são momentos absurdos que o roteiro inventa para dar continuidade à história. Se a trama do pai do herói não funciona, pior ainda é a transformação repentina, inesperada e absurda de Marion em uma guerreira. Sem contar as adaptações de personalidade e mudanças abruptas de atitude dos personagens quando convém ao andamento da história.
Assim, a trama não desperta interesse e a sequência final, que na concepção de Scott deveria soar real pela opção da câmera trêmula, é absolutamente desprezível pela bagunça visual que o cineasta imprime. Até os letreiros surgirem, o tempo parece não passar.
O que justificaria, nos dias de hoje, mais uma versão cinematográfica de Robin Hood? Afinal, o mitológico herói inglês do século 13 já apareceu nas telonas e nas telinhas em mais ou menos uma centena de filmes, tendo sido encarnado por atores como Errol Flynn, Sean Connery, Kevin Costner e... Mário Cardoso (tinha esquecido de Robin Hood, O ... Leia mais O que justificaria, nos dias de hoje, mais uma versão cinematográfica de Robin Hood? Afinal, o mitológico herói inglês do século 13 já apareceu nas telonas e nas telinhas em mais ou menos uma centena de filmes, tendo sido encarnado por atores como Errol Flynn, Sean Connery, Kevin Costner e... Mário Cardoso (tinha esquecido de Robin Hood, O Trapalhão da Floresta).
Para os produtores de Hollywood, esta versão 2010 foi motivada por uma nova proposta, um novo roteiro escrito por Ethan Reiff e Cyrus Voris (criadores também do argumento da animação Kung Fu Panda) onde seria contada a origem do herói, como tudo começou. Uma espécie de “Robin Hood Begins”. Com a entrada do diretor Ridley Scott no projeto, o roteirista Brain Helgeland (do recente Zona Verde) reescreveu parte do material original, e o resultado chega agora aos cinemas.
Tudo começa na véspera da morte do rei inglês Ricardo Coração de Leão (Danny Huston, o Poseidon de Fúria de Titãs), a quem o arqueiro Robin (Russel Crowe) era fiel. Sem o líder, Robin e um pequeno grupo de amigos abandonam o exército inglês, já bastante abatido pela longa e pouco proveitosa Cruzada empreendida pelo então Rei Ricardo. O reino está acéfalo e combalido.
Um golpe do destino, porém, faz com que Robin e seus companheiros cruzem seus caminhos com Godfrey (Mark Strong, o vilão de Sherlock Holmes), que se faz passar por conselheiro do novo Rei João (Oscar Isaac), mas que na verdade é um traidor disposto a entregar a Inglaterra à inimiga França. Movido tanto por valores como honra e lealdade, como por meros acasos do destino, Robin acaba se envolvendo até o pescoço no delicado momento social e político que marca a transição do reinado para as mãos do mimado, egoísta e despreparado Rei João.
Tudo bastante grandioso, bem produzido, bem fotografado, com boas cenas da batalhas... mas que não funciona enquanto filme. Apesar das proporções épicas, da volta da dupla Crowe/Scott (sucesso em Gladiador), das belas locações na Inglaterra e no País e da Gales, e até da sempre ótima Cate Blanchett, este novo Robin Hood é um tédio.
O roteiro erra ao abrir várias linhas narrativas simultâneas e não apresentar uma dramaturgia consistente o suficiente para sustentar nenhuma delas. A forma aleatória como os fatos se desenrolam chega a ser primária, como o retorno do herói ao lugar de sua infância, ou a repentina resolução de seus flashbacks.
Já a direção se perde numa profusão de personagens e situações nem sempre apresentadas ou desenvolvidas de maneira clara. O resultado é um defeito letal para qualquer tipo de filme, principalmente os que se pretendem heroicos: a falta de empatia com o heroi. Numa atuação sem nuances, Crowe não apresenta nem a picardia, nem a elegância, nem o romantismo, nem a alegria, muito menos o carisma de um personagem que – supõe-se – dedicará sua vida a tirar dos ricos para dar aos pobres. De todo o elenco monocórdio, salva-se apenas o frescor do veterano Max Von Sydow.
Some-se a isso tudo a trilha sonora de pouca ou nenhuma criatividade, assinada pelo alemão Marc Streitenfeld (Rede de Mentiras), que, além de onipresente e insistente, ainda se mostra inadequada e conflitante com as cenas que tenta sublinhar. Certamente os franceses – aqui retratados como covardes vilões – vão detestar ver Robin Hood na abertura de seu querido Festival de Cannes, ainda esta semana...
Poucas histórias tiveram tantas adaptações cinematográficas quanto Robin Hood. De Errol Flynn a Kevin Costner, vários foram os atores que já encarnaram o célebre personagem. Trazê-lo de volta seria de imediato um risco, pela necessidade em apresentar algo de novo que justifique sua existência. Uma mera releitura para o público atual faria ... Leia mais Poucas histórias tiveram tantas adaptações cinematográficas quanto Robin Hood. De Errol Flynn a Kevin Costner, vários foram os atores que já encarnaram o célebre personagem. Trazê-lo de volta seria de imediato um risco, pela necessidade em apresentar algo de novo que justifique sua existência. Uma mera releitura para o público atual faria com que entrasse na lista de produções descartáveis, que nada acrescentam ao que já se conhece sobre o personagem. Ridley Scott e Russell Crowe sabiam disto e encararam o desafio. Com sucesso.
Robin Hood não traz propriamente a história que consagrou o personagem, na qual se esconde na floresta de Sherwood e rouba dos ricos para dar aos pobres. Indícios dela estão presentes, como uma espécie de apresentação do que estaria por vir. O novo filme de Ridley Scott conta o que aconteceu com Robin antes de ganhar a alcunha de Hood, quando era apenas Robin Longstride. Uma decisão ao mesmo tempo ousada, por abdicar da história que está no inconsciente coletivo geral, mas também necessária para que a trama fosse recriada com uma certa liberdade.
Aqui Robin é um dos guerreiros do rei Ricardo Coração de Leão, ainda em plenas cruzadas. Um rei também modificado, devido ao seu semblante cansado e decadente, e por seu breve destino no decorrer da trama. Encarregado de realizar o último desejo do moribundo Robert Loxley, ele parte para Nottingham para entregar uma espada ao pai dele (Max von Sydow, impondo respeito). Lá conhece Marion, a esposa de Loxley, com quem se envolve.
Com a clássica história posta de lado, Robin Hood aposta firme na questão política. O sempre complicado relacionamento da família real com o povo, ora servindo de inspiração ora desprezando-o, é personificado pelo rei Ricardo e o príncipe João. A disputa ferrenha entre Inglaterra e França vem à tona com Godfrey (Mark Strong, mais uma vez mostrando que nasceu para interpretar vilões). A preocupação em ter um país unido, independente de quem seja o comandante, está com William Marshal (o xará Hurt, apenas correto). Todos estes elementos fazem com que o filme ganhe um forte tom nacionalista, de defender a pátria - inglesa, é claro. Robin Longstride, já na reta final, torna-se uma espécie de herói nacional, ao menos dentro das circunstâncias possíveis. É a deixa necessária para que a lenda se torne maior que o homem.
Outra mudança importante tem a ver com a figura de Marion. Não se trata mais da donzela disputada, mas de uma mulher determinada e guerreira - em determinado momento, literalmente. A imagem da mulher forte, de certa forma em pé de igualdade com Robin, é uma modificação importante em relação às versões anteriores. Além disto, o filme conta com uma Cate Blanchett inspirada. Sem maquiagem e com uma aparência rústica, Blanchett brilha nas mudanças sutis que transparece nas situações em que Marion é pressionada. É uma atuação minimalista e bastante precisa para o que o papel necessitava.
Já Russell Crowe repete com competência o personagem íntegro e de certa forma bruto, com o qual fez sucesso em Gladiador. Inclusive, as cenas de batalha campal lembram bastante não apenas este mas também Cruzada. Não por coincidência, ambos também foram dirigidos por Ridley Scott. Em Robin Hood o diretor mais uma vez deixa sua marca, através da beleza realista e na violência das cenas de guerra.
Robin Hood é um filme que surpreende pelos caminhos trilhados pela história e pela realocação de personagens conhecidos, como o frei Tuck e João Pequeno. Todos presentes e facilmente reconhecíveis, apesar de não participarem tanto. Destaque também para a homenagem prestada à famosa cena da câmera acompanhando a trajetória da flecha, que se tornou marca registrada do Robin Hood de Kevin Costner. Aqui ela reaparece, duas vezes, mas também trazendo novidades. Um bom filme, que soube usar uma história batida para produzir algo de novo. Ou nem tanto assim, já que há também várias referências a trabalhos anteriores de Ridley Scott e Russell Crowe. Independente disto, vale a pena.
O maior trunfo deste Robin Hood de Ridley Scott é o seu roteiro. Sem querer inventar o arco e flecha, a ideia de explorar um herói conhecido e explicar a sua origem mostrou-se uma decisão mais do que acertada da produção.
A maneira como a trama foi conduzida deixa o espectador muito confortável na poltrona sem se incomodar por conhecer o ... Leia mais O maior trunfo deste Robin Hood de Ridley Scott é o seu roteiro. Sem querer inventar o arco e flecha, a ideia de explorar um herói conhecido e explicar a sua origem mostrou-se uma decisão mais do que acertada da produção.
A maneira como a trama foi conduzida deixa o espectador muito confortável na poltrona sem se incomodar por conhecer o futuro do personagem. E por mais que Você possa reconhecer vários clichês ao longo da trama (a famosa mirada no arco e flecha é um deles), o resultado final não se altera e isto é muito positivo.
Robin Hood é um filme de herói e heróina, de amor e humor, de “bons” vilões, boa trilha sonora e, acima de tudo, de bela fotografia e sequências de ação feitas com competência.
Entre os destaques, a batalha na praia onde é quase impossível não lembrar de O Resgate do Soldado Ryan e o famigerado Dia D, e a escolha do elenco.
Com diálogos bem construídos (um leve exagero no humor), é bom ver uma Lady Marion (Cate Blanchett) chutando o pau da barraca com um discurso quase anarquista, e um Robin (Russell Crowe) constestador e meio canastrão que, talvez, só Crowe conseguiria fazer.
Contudo, diante de tantos elogios, não espere uma obra prima porque Robin Hood é um longa simples sobre um personagem famoso. Mas quer coisa melhor do que chegar ao fim do filme com a certeza de que foi um ótimo começo para a lenda?
Muito bom
Está mais para "Coração Valente" do que para "Gladiador". Mas é muito bem filmado e o Russel Crowe é dos poucos caras que atraem o espectador para o cinema. Blockbuster dos bons.


Carregando...
Bom
É um Robin Hood diferente, uma adptação do
do antigo Hobin Hood.
Achei o roteiro bem original, principalmente
a cena que mostra sua infancia, seu pai.
Acho que convenceria qualquer um que Robin Hood .
não foi só uma lenda.
Russell Crowe, Cate Blanchett. Deram um toque ao filme.