A história de um artista que está em decadência, cuja fase de glória está sendo roubada por estrelas emergentes do rock. Forçado a aceitar tarefas cada vez mais obscuras, como se apresentar em bares falidos e festas no jardim, ele conhece uma jovem fã que muda sua vida para sempre.
| Gênero | Animação, Comédia, Drama |
|---|---|
| Título Original | L'illusionniste |
| Diretor | Sylvain Chomet |
| Atores principais | Duncan MacNeil, Raymond Mearns, Eilidh Rankin, Jean-Claude Donda |
| Ano de produção | 2010 |
| Duração | 80 minutos. |
| Produtor | Ciné B, Pathe Renn Production, Django Films |
| Escritor | Jacques Tati, Sylvain Chomet |
| Música | Malcom Ross, Isobel Griffiths, Terry Davies, Sylvain Chomet |
| País | Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte · França |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 652 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 6 críticos |
| Última modificação | (4 meses atrás) |
A animação “O Mágico” é o casamento de dois grandes nomes do cinema francês, ambos capazes de contar boas histórias sem usar diálogos. O cineasta Jaques Tati (“Meu Tio”, de 1958) fez alguns filmes em que ele mesmo atua praticamente sem ter falas, mas deixou para trás um roteiro nunca filmado. Felizmente, o animador Sylvain Chomet o ... Leia mais A animação “O Mágico” é o casamento de dois grandes nomes do cinema francês, ambos capazes de contar boas histórias sem usar diálogos. O cineasta Jaques Tati (“Meu Tio”, de 1958) fez alguns filmes em que ele mesmo atua praticamente sem ter falas, mas deixou para trás um roteiro nunca filmado. Felizmente, o animador Sylvain Chomet o adaptou e criou uma obra maravilhosa.
Um mágico francês está em decadência, sua fase de glória está sendo roubada por estrelas emergentes do rock. Forçado a aceitar tarefas cada vez mais obscuras, como se apresentar em bares falidos e festas no jardim, ele conhece uma jovem fã que muda sua vida para sempre.
Nunca é demais avisar que, assim como “As Bicicletas de Belleville”, não se trata de uma peça para o público infantil. Os adultos é que devem prestigiar, rir e se emocionar com esse filme.
O visual consagrado por “Belleville” continua, mas muito mais comedido, provavelmente para não sufocar a forma suave de Tati conduzir uma história. O próprio protagonista é uma homenagem ao gênio francês: os dois partilham o mesmo nome e a mesma aparência.
A trilha musical é mais um ingrediente que está em total compasso com a receita de “O Mágico”. Com poucas notas, emociona. Com ternura, encanta.
Uma última dica: fique até o final dos créditos. Há uma micro-cena depois das “letrinhas”.
*Colaboração do Cine Dude


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O Mágico
"Bom"
"Apesar da beleza do filme, o que mais me interessou nele foi a mensagem passada, é o primeiro filme que eu gosto e quando termina não sinto aquela sensação de catarse ou aquele insight, achei melancólica, mas real a mensagem"