O Espião que Sabia Demais

O Espião que Sabia Demais
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Sinopse

Durante suas férias no Marrocos, Ben McKenna (James Stewart), um médico, e sua família se envolvem acidentalmente em uma trama internacional de assassinato, quando um moribundo fala ao ouvido de Ben algumas palavras. Para impedi-lo de denunciar a trama à polícia, os conspiradores resolvem entã ... Leia mais 

Durante suas férias no Marrocos, Ben McKenna (James Stewart), um médico, e sua família se envolvem acidentalmente em uma trama internacional de assassinato, quando um moribundo fala ao ouvido de Ben algumas palavras. Para impedi-lo de denunciar a trama à polícia, os conspiradores resolvem então sequestrar seu filho.

Dados técnicos

Gênero Suspense
Título Original Tinker, Tailor, Soldier, Spy
Diretor Tomas Alfredson
Atores principais Gary Oldman, Colin Firth, John Hurt, Mark Strong, Ciarán Hinds, Tom Hardy
Ano de produção 2011
Duração 127 minutos.
Classificação do CAEC R - Exigido acompanhamento dos pais ou de adultos. Não Recomendado para menores de 16 anos
Escritor Peter Straughan, Bridget O Connor, John le Carré
País Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.07
Avaliação média baseada em 49 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.50
Avaliação média baseada em 2 críticos
Última modificação jev233 (2 meses atrás)
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claudioe2001

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Imagens

Crítica especializada

CineZen Cultural - Mayara Maluceli (Brasil)

4.00
Muito bom

“O Espião que Sabia Demais”: uma ardilosa partida de xadrez
Tomas Alfredson traz um filme de espionagem que não necessita de pirotecnia e planos mirabolantes

Na contramão do estilo extravagante de 007, “O Espião que Sabia Demais” é um filme de espionagem que não esbanja de armas mirabolantes, planos macabros, garotas sensuais e pi ... Leia mais “O Espião que Sabia Demais”: uma ardilosa partida de xadrez
Tomas Alfredson traz um filme de espionagem que não necessita de pirotecnia e planos mirabolantes

Na contramão do estilo extravagante de 007, “O Espião que Sabia Demais” é um filme de espionagem que não esbanja de armas mirabolantes, planos macabros, garotas sensuais e pirotecnia.

Como o próprio nome no original já diz, “O Espião...” é uma ardilosa partida de xadrez: lenta, estratégica e muito mais psicológica do que física. Esse realismo aguçado e quase monocromático é explicado pelo fato do autor da obra adaptada ao cinema, John le Carré, ter participado do serviço secreto britânico na década de 1950. Outro fator importante é a direção do filme pelo sueco Tomas Alfredson, conhecido pelo terror (também sutil, psicológico e lento) “Deixa Ela Entrar” (2008).

A história se passa durante a paranoia da Guerra Fria. Após um desastre em Budapeste, Control, codinome para o chefe do Circo (John Hurt), é forçado a se aposentar e leva o braço direito George Smiley (Gary Oldman) junto para ostracismo. Porém, a suspeita de que existe uma maçã podre na cúpula, faz com que Smiley fique encarregado de descobrir o traidor.

De fato, “O Espião...” deixa de lado as ações, tanto físicas, quanto verbais. Em muitas sequências o espectador é desafiado a compreender a trama a partir dos olhares frios e expressões silenciosas dos personagens. Prova disso está no desfecho conduzido ao som de “La Mer”, e nada mais.

Ademais, Tomas Alfredson traz à telona uma atmosfera melancólica e pouco convencional, abrindo espaço para a bissexualidade do elegante Bill Haydon (Colin Firth). Afinal, a sensualidade ainda é uma arma poderosa de espionagem, e Haydon percebe que não dá para abrir mão de duas fontes essenciais para as investigações.

A direção de fotografia por Hoyte Van Hoyteman atiça ainda mais a paranoia da Guerra Fria.

Os enquadramentos e planos sugerem uma sensação contínua de observação por terceiros. A ambientação sóbria e escura também contribui para uma realocação de Londres da década de 1970, sem cair no clichê de filmes noir.

Com o auxílio dos roteiristas Peter Straughan e Bridget O'Connor, Alfredson criou um filme de suspense com o clima de ar rarefeito cujos espiões são misteriosos, anônimos e que vivem à margem da sociedade.

Comentários

helveciodias comentou:

5.000
" Incrível! "

Complicado demais no início. Esclarecedor no desfecho. Esse filme consegue ser brilhante exigindo ao máximo da cabecinha do espectador, sem dar muitas explicações. Ele não peca na obviedade e nem chega perto dos grandes filmes de conspiração. Morno e cheio de mistério, com poucos mas suficientes momentos de clímax. Um dos melhores papeis de Gary Oldman.

11 dias atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
hpedro comentou:

O Espião que Sabia Demais

1.000
"Ruim"

"Apesar de um ótimo elenco e de tomadas e músicas muito bonitas, O espião que sabia demais peca nas explicações. O trama ficou muito lento (mais lento que o normal dos filmes europeus) e a história mal amarrada, não gostei."

4 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

Média da avaliação: 35
Bom(+)
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.07
Avaliação média
baseada em 49 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.50
Avaliação média
baseada em 2 críticos

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