
"Incrível"
"bom o trailer é lindo vamus ver o filme...
parece ser interessante..."
Uma história sobre os encontros inesperados da vida. Germain (Gérard Depardieu) é um iletrado e solitário homem. Para preencher suas tardes, ele faz amizade com a senhora Margueritte
| Gênero | Comédia |
|---|---|
| Título Original | La tête en friche |
| Diretor | Jean Becker |
| Atores principais | Gérard Depardieu, Claire Maurier, Jean-François Stévenin, Matthieu Dahan, Patrick Bouchitey, Gisèle Casadesus, François-Xavier Demaison, Lyès Salem, Jérôme Deschamps, Sophie Guillemin, Mélanie Bernier, Maurane |
| Ano de produção | 2010 |
| Duração | 82 minutos. |
| Classificação do CAEC | G - Para todo tipo de público. Censura livre. |
| Escritor | Marie-Sabine Roger |
| Música | Laurent Voulzy |
| País | França |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 162 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 1 críticos |
| Última modificação | jev233 (3 semanas atrás) |
Minhas tardes com Margueritte
Viajando com um dicionário, de palavra em palavra, a gente vai sonhando.
Adoro o jeito bonachão do Gérard Depardieu. Colocar aquele homenzarrão rude num banco de praça junto com uma velhinha simpática e delicada - com o nome de flor a qual seu pai registrou com um T a mais - para mostrar que vale a pena mergu ... Leia mais Minhas tardes com Margueritte
Viajando com um dicionário, de palavra em palavra, a gente vai sonhando.
Adoro o jeito bonachão do Gérard Depardieu. Colocar aquele homenzarrão rude num banco de praça junto com uma velhinha simpática e delicada - com o nome de flor a qual seu pai registrou com um T a mais - para mostrar que vale a pena mergulhar no mundo dos livros. Pode até parecer um clichê, porém, esse filme é singelo. Aliás, esse é o melhor adjetivo para defini-lo. Saímos mais leves do cinema.
Diferente do personagem de Ralph Fiennes, em O leitor, essa contadora de histórias é alguém que conheceu o mundo e, no final da vida, ainda tem tempo para se surpreender. Uma vez, eu escutei de alguém que eu era "netinha de vovó", acho que seria uma adaptação de "filhinho da mamãe" ou algo do tipo. Confesso, sou mesmo. Amo conversar com as minhas duas avós. Às vezes, fico horas papeando no telefone com elas. Há uma sabedoria de quem viveu a vida e sabe que, apesar de tudo, tem ainda muita coisa a aprender. É uma calma que vem de não sei onde, talvez por terem superado muitos problemas e até mesmo ansiedades que, hoje, jamais imaginaríamos que elas ainda as têm. Sim, elas ainda as têm. Tenho de aprender, pois sempre me surpreendo quando elas me contam de seus anseios e dos momentos que lhes faltam a calma. Ora, podem estar mais sábias, mas são humanas. Aliás, ficar velho não é sinônimo de sabedoria. Entretanto, as experiências e o tempo ajudam a encontrá-la.
Margueritte me faz lembrar daquelas pessoas que cruzamos em nossas vidas que amamos e são mais importantes que muitos parentes. Por que e como alguém passa a fazer parte da nossa família? Laços de sangue? Não, não, não, são laços amarrados na nossa alma. Parentes são meus dentes, de vez enquanto, mordem a minha língua. Não é mesmo? Aliás, sempre diz uma das minhas avós.
E a opinião alheia? Muitas vezes esse "Outro" nos faz enxergarmos a nossa imagem no espelho de maneira distorcida daquela a qual realmente somos. O olhar, que não é nosso , vira um fardo que levamos pela vida e damos uma importância de maneira errada. É difícil, porém, necessário dizer: dane-se, dane-se, dane-se. A sua opinião sobre mim não é o que eu realmente sou.

"Incrível"
"bom o trailer é lindo vamus ver o filme...
parece ser interessante..."


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Minhas Tardes Com Margueritte
"Muito bom"
"Adorei a sensibilidade do filme. Absolutamente lindo."