Excelente
Perfeito o filme ,principalmente por q deep foi a escolha perfeita pro papel,ela se supera cada vez mais.
Durante a Depressão, o governo americano tenta deter os criminosos John Dillinger (Johnny Depp), Baby Face Nelson (Stephen Graham) e Pretty Boy Floyd (Channing Tatum), transformando o FBI na primeira agência federal de polícia do país.
| Gênero | Biografia, Policial, Drama |
|---|---|
| Título Original | Public Enemies |
| Diretor | Michael Mann |
| Atores principais | Johnny Depp, Christian Bale, Marion Cotillard, Billy Crudup, Giovanni Ribisi, Jason Clarke |
| Ano de produção | 2009 |
| Duração | 140 minutos. |
| Classificação do CAEC | R - Exigido acompanhamento dos pais ou de adultos. Não Recomendado para menores de 16 anos |
| Produtor | Kevin Misher, Michael Mann |
| Escritor | Bryan Burrough, Ronan Bennett, Screenplay:, Ann Biderman, Michael Mann |
| Música | Elliot Goldenthal |
| País | Estados Unidos da América |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 2030 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 8 críticos |
| Última modificação | la vieja (5 meses atrás) |
Delicioso e muitíssimo bem dirigido jogo de gato-e-rato. Embora não se possa colocá-lo na mesma cesta dos grandes filmes de gângsters já lançados, vale facilmente a recomendação para quem adora o gênero.
Não é muito raro diretores e atores que adquiriram algum respeito no meio que participam cometerem gafes cinematográficas que ponham em dúvida sua capacidade artístico. Michael Mann definitivamente não faz parte deste grupo, mas algumas de suas escolhas colocam sob suspeita seu bom discernimento antes de optar por produzir um longa. Vide o p ... Leia mais Não é muito raro diretores e atores que adquiriram algum respeito no meio que participam cometerem gafes cinematográficas que ponham em dúvida sua capacidade artístico. Michael Mann definitivamente não faz parte deste grupo, mas algumas de suas escolhas colocam sob suspeita seu bom discernimento antes de optar por produzir um longa. Vide o péssimo Hancock e o insosso Miami Vice. Mas é em atitudes como a de assinar projetos como O Informante e Ali que o diretor e produtor prova seu valor. Em Inimigos Públicos, Mann confirma esta análise.
A história real do primeiro criminoso a ser considerado inimigo público número um dos Estados Unidos, John Dillinger, é um material excepcional nas mãos do diretor e do trio de roteiristas (do qual Mann também faz parte). Dillinger se tornou um ícone e, para alguns americanos que se sentiam injustiçados pelas práticas bancárias, ídolo. Seus assaltos a bancos eram verdadeiras obra arquitetadas milimetricamente – o que veio a se tornar um espetáculo na tela. Suas fugas espetaculares chamaram a atenção de muitos e foram alvo de admiração; por vezes quase ridicularizando a polícia. Mas Dillinger precisava ser detido. Para isto, o diretor do recém-criado e ainda em “testes” FBI, J. Edgar Hoover (Billy Crupud, o Dtr. Manhattan de Watchmen – O Filme), coloca em seu encalço o agente Melvis Purvis (Christian Bale) com uma dupla tarefa: capturar o maior criminoso da América e restaurar a reputação da polícia e credenciar o FBI ao que ele viria a ser um dia.
Sem grandes margens para discordâncias, o que sustenta o longa é o excelente nível do elenco e a direção aprumada de Michael Mann. Depois do curioso desempenho em Sweeney Todd (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar), Johnny Depp está totalmente alforriado de Jack Sparrow – o que já não era sem tempo –, anulando toda e qualquer evidência de que um dia interpretara este personagem. Depp está centrado, determinado e absolutamente confortável. Sua resolução de Dillinger é impassível de correções e a interação com Marion Cotillard (em seu primeiro papel após receber o Oscar de Melhor Atriz por Piaf) passa toda a veracidade do relacionamento amoroso entre Dillinger e Billie Frechette, coroando-a como aquela que de fato é sua maior cúmplice. Christian Bale também acerta o ponto. Na pele do detetive Purvis, Bale atribui sutileza em algumas falas e encarna com facilidade a postura de um oficial, renegando toda a emergência comumente vista em seus personagens, sem vestígios – uma demonstração de caráter técnico como ator.
A condução do filme sob a tutela de Michael Mann é o ápice. O diretor opta por conduzir a câmera de perto, em ângulos fechados tantas vezes centralizando a ação verbal, dando uma sensação de participação. Em vários momentos, altera o foco da imagem e parece se despreocupar com o ambiente, expressando um aspecto quase documental a projeção que só a torna mais realística. Aliado ao seu próprio trabalho como membro da equipe de roteiristas, soma mais pontos ao se preocupar em não só mostrar a trajetória de John Dillinger como alguém que estuda de fora os acontecimentos e narra diversas sequências, mas procura ainda valorizar o caráter do personagem, dando-lhe a esfera humana necessária. Apesar de ser praticamente impossível não se aproximar de Dillinger, Mann tomou o cuidado de não enaltecer o criminoso como homem mais do que a história já fez, tampouco não quis enfatizar ou exagerar seu valor como o inimigo público que era. Uma imparcialidade ímpar que apenas contorna os atos de John, definindo-o exatamente através deles.
Nos questões técnicas, o longa dá o exemplo em muitos quesitos. A direção de arte é extremamente cuidadosa, enquanto os figurinos são definitivamente adequados. Os trajes da bela Billie identificam sua parcela social, mas descrevem sua elegância. Assim como há uma nítida diferenciação na forma como se trajam os peritos e os parceiros de Dillinger, ainda que os dois grupos mantenham uma postura impessoal. Já a edição de som faz milagres. As sequências de trocas de tiros alternam os estampidos secos com estalares de vidraças de forma tão nítida e precisa que parecem possuir o poder de transportar os ouvidos para o meio da ação de um jeito poucas vezes experimentado.
Inimigos Públicos é indubitavelmente um clássico exemplar dos antigos filmes policiais investigativos. A ressalva é o avanço em relação a eles ao dar tanto espaço na trama para um homem sem prejudicar sua performance como criminoso e ainda manter em larga escala o embate entre inimigos e Estado. Um tiro certeiro.
Por Arthur Melo
Gângsteres em excesso
A ousada e difícil proposta do diretor Michael Mann em "Public enemies" (no original) é narrar uma história de gângster, com todas as características do cinemão de Hollywood, mas com um toque de filme de arte, representado pela câmera agitada e em fita.
Vivido por Johnny Depp, Dillinger existiu e foi uma pedra no ... Leia mais Gângsteres em excesso
A ousada e difícil proposta do diretor Michael Mann em "Public enemies" (no original) é narrar uma história de gângster, com todas as características do cinemão de Hollywood, mas com um toque de filme de arte, representado pela câmera agitada e em fita.
Vivido por Johnny Depp, Dillinger existiu e foi uma pedra no sapato da polícia de Chicago nos anos 1930. "Inimigos públicos" humaniza o personagem, mostrando sua preocupação em preservar civis, numa lógica de "bom bandido" parecida com a de Robin Hood: ele rouba, sim, mas só os bancos; ele mata, sim, mas só policiais; e ele até se apaixona, pela personagem de Marion Cotillard.
No encalço de Dillinger, surge o policial interpretado por Christian Bale, num papel ruim, sem projeção, que só serve de escada para Depp. O antagonismo entre eles não funciona, o que deixa enfadonho um filme de demorados 140 minutos.
André Miranda (24/07/2009)
Excelente
Perfeito o filme ,principalmente por q deep foi a escolha perfeita pro papel,ela se supera cada vez mais.


Carregando...
Inimigos Públicos
"Excelente"
"Johnny Depp e Christian Bale estão excelente no filme. Envolvente que em alguma vez você nem sabe para quem torce, O Johnny Depp há algum tempo já ganho status de "astro" mas esse é o filme que mostrou que o Bale veio para ficar, depois de Batman e o Grande Truque mostrando porque ele se torno um dos queridinho de Hollywood sendo cotado para muitos filmes.
Um filme de gangsteres X a policia clássico, não é nenhuma novidade, mas todo fã do gênero deve assistir.
"