Contágio

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Sinopse

Contágio segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo ... Leia mais 

Contágio segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando.

Dados técnicos

Gênero Drama, Ficção Científica, Suspense
Título Original Contagion
Diretor Steven Soderbergh
Atores principais Jude Law, Matt Damon, Kate Winslet, Marion Cotillard, Gwyneth Paltrow, Laurence Fishburne, Chin Han, Elliott Gould, Jennifer Ehle, Bryan Cranston, Sanaa Lathan, Monique Gabriela Curnen, John Hawkes
Ano de produção 2011
Duração 106 minutos.
Classificação do CAEC PG-13 - Não Recomendado para menores de 14 anos
Produtor Stacey Sher, Gregory Jacobs, Michael Shamberg, Steven Soderbergh
Escritor Scott Z. Burns
Música Cliff Martinez
País Estados Unidos da América · Estados Unidos da América Emirados Árabes Unidos
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.26
Avaliação média baseada em 486 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.50
Avaliação média baseada em 4 críticos
Última modificação juanpi.duprez (3 meses atrás)
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Nicolas.Mayhuire

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Trailer

Imagens

Crítica especializada

CineZen Cultural - Jean Garnier (Brasil)

3.00
Bom

Pouco sabemos o que aconteceu antes. Na verdade, quase nada. O ponto de partida é o “Dia 2”, no qual a bela Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) aparece descontraída, tomando uma bebida e conversando pelo celular com alguém que prefere o anonimato. Mal sabe Beth que aquela simples traição está colocando em risco a existência humana. “Contág ... Leia mais Pouco sabemos o que aconteceu antes. Na verdade, quase nada. O ponto de partida é o “Dia 2”, no qual a bela Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) aparece descontraída, tomando uma bebida e conversando pelo celular com alguém que prefere o anonimato. Mal sabe Beth que aquela simples traição está colocando em risco a existência humana. “Contágio” traz várias histórias sobre o horror invisível e a decadência social.

Dias após, Beth tem um colapso, caí no chão espumando pela boca. Algumas horas depois, os médicos estão cerrando a sua cabeça para examinar o cérebro. O marido dela, Mitch (Matt Damon), entra num desespero tão grande que não vê que seu enteado, Clarck, acaba morrendo dos mesmos sintomas. Mitch é logo isolado, só que inexplicavelmente ele é imune à doença. Assim como em “Guerra dos Mundos”, Mitch tenta fugir da cidade, só que devido à quarentena, é obrigado a suportar o caos e esperar que sua filha seja vacinada.

Em Atlanta, Estados Unidos, agentes do Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos se reúnem com o doutor Ellis Cheever (Laurence Fishburne) e a doutora Erin Mears (Kate Winslet) para informar que, para eles, a doença é uma arma biológica, com a intenção de provocar a desordem às vésperas do feriado de Ação de Graças.

As baixas vão se multiplicando ao redor do mundo e a vacina ainda não é descoberta. Para piorar, o jornalista sensacionalista Alan Krumwiede (Jude Law) alega ter se curado da doença usando um homeopático feito a base em forsythia. Isso provoca pânico na população, que ao tentar obter a tal forsythia, sobrecarrega as farmácias e aumenta ainda mais o número de infectados.

Em um debate na televisão, Krumwiede cria mais outra enorme polêmica ao acusar Cheever de informar a amigos que deixem Chicago antes que a quarentena seja imposta.

“Contágio” deixa aquela sensação de não sabermos direito do que ter medo. É capaz que, por algum tempo, influencie alguns espectadores nos seus hábitos higiênicos. O diretor Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) mostra de maneira crua como o medo domina não apenas a sociedade, mas também deixa assustadas e perdidas pessoas – oficiais, médicos, autoridades – que aparentemente teriam que ter o controle da situação.

O cineasta constrói a história através da metáfora: traça paralelo com o sentimento de desconforto perturbador das nossas doenças sociais – arrogância, estupidez, ignorância – e como tudo isso é tão perigoso como um novo vírus. Há também a rapidez com que se avança esse vírus e os “virais” que espalham alguns boatos que circulam pela internet.

Apesar de interessante, o elenco recheado de estrelas é mal aproveitado. Quantas produções se dão ao luxo de ter três atrizes vencedoras do Oscar – Paltrow, Cotillard e Winslet – e matar uma logo no começo e subaproveitar outra?

Comentários

jeff.a.neves comentou:

Contágio

"Muito bom, com uma história muito interessante. E quando chegar o fim dos dias, não há ordem que dê jeito.
Recomendo um filme com um historia fantástico e mostra o medo dos homens frente ao fim.
O Jude Law esta muito bom neste papel"

5 meses atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Leandro.Vale comentou:

Contágio

4.000
"Muito bom"

"Filme muito bom! Fora o elenco né? Ah! E Aprendam a lavar as mãos! :)"

4 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Pedro.Marques comentou:

Contágio

1.000
"Ruim"

"Um documentário tem mais drama que esse filme. O personagem de Jude Law foi absolutamente desnecessário na trama. O que quase salvou o filme foi o personagem de Matt Damon. A história toda passa longe de te deixar tenso. "

6 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
helveciodias comentou:

Contágio

2.000
"Regular"

"O principal atrativo desse filme é o elenco. Só grandes nomes e nomes com um respaldo de excelentes trabalhos no cinema. Mas isso, ao meu ver, não foi o suficiente para fazer deste um excelente filme. A produção é muito morna, as vezes lenta até demais e isso prejudica muito um de seus aspectos mais positivos: a abordagem muito bem feita sobre a reação das pessoas diante de uma epidemia que compromete totalmente as relações sociais. A forma como o filme foca a proibição do contato físico, de um beijo até um simples aperto de mão é curiosa e desconcertante. Esse aspecto não é o único credito desse filme. O desfecho da história ficou muito interessante. E uma cena em particular me chamou muito a atenção: aquela em que o macaquinho sobrevivente dentro da jaula e completamente saudável é observado com alegria pela cientista que desenvolve a vacina que salvaria muitas vidas - uma cena até comovente. Mas de uma forma geral, esperava mais de uma produção saida das mãos do cara que fez trabalhos ímpares no cinema como ERIN BROCKOVICH - UMA MULHER DE TALENTO. Acredito que posso rever meus conceitos sobre ele assistindo mais uma vez tendo em vista que ele tem sido muito bem recebido pela crítica."

6 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

Média da avaliação: 35
Bom(+)
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.26
Avaliação média
baseada em 486 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.50
Avaliação média
baseada em 4 críticos

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