Kassie (Jennifer Aniston) está com 40 anos e decide ter um filho. Seu melhor amigo, Wally (Jason Bateman) , é contra. Mas ela decide ter mesmo assim e encontra um charmoso doador de esperma. Durante sua festa, Wally, completamente bêbado, joga fora o potinho e substitue o conteúdo. Anos depois.. ... Leia mais
Kassie (Jennifer Aniston) está com 40 anos e decide ter um filho. Seu melhor amigo, Wally (Jason Bateman) , é contra. Mas ela decide ter mesmo assim e encontra um charmoso doador de esperma. Durante sua festa, Wally, completamente bêbado, joga fora o potinho e substitue o conteúdo. Anos depois... vai rolar a maior confusão!
| Gênero | Comédia, Drama, Romance |
|---|---|
| Título Original | The Switch |
| Diretor | Josh Gordon, Will Speck |
| Atores principais | Jennifer Aniston, Jason Bateman, Jeff Goldblum, Patrick Wilson, Juliette Lewis, Caroline Dhavernas, Bryce Robinson, Thomas Robinson, Erica Thomas, Edward James Hyland, Scott Elrod, Rebecca Naomi Jones, Todd Louiso, Kelli Barrett |
| Ano de produção | 2010 |
| Duração | 101 minutos. |
| Escritor | Allan Loeb |
| País | Estados Unidos da América |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 512 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 2 críticos |
| Última modificação | la vieja (9 meses atrás) |
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O tempo passou e Jennifer Aniston, a ex-Rachel de Friends, agora já interpreta charmosas quarentonas – pena que raramente os filmes são charmosos. Depois de viver uma fugitiva em Caçador de Recompensa, a atriz é uma mulher na crise da maternidade em outra comédia romântica, Coincidências do Amor.
“Quero ser mãe, mas não sou casada. ... Leia mais O tempo passou e Jennifer Aniston, a ex-Rachel de Friends, agora já interpreta charmosas quarentonas – pena que raramente os filmes são charmosos. Depois de viver uma fugitiva em Caçador de Recompensa, a atriz é uma mulher na crise da maternidade em outra comédia romântica, Coincidências do Amor.
“Quero ser mãe, mas não sou casada. O que faço? Produção independente!” Kassie, sua personagem, tem a pergunta e a resposta para ela. O problema surge depois: o sêmen do doador é trocado pelo de seu melhor amigo, Wally (Jason Bateman). Adinha o que acontece? Não precisa nem contar: tanto o título original como o brasileiro já revelam o que futuro da trama.
Coincidências do Amor tem lá seus méritos ao pensar sobre esse tipo de mulher moderna americana – que é sempre incompleta até a chegada da maternidade – e ainda conta com uma filosofia um tanto rarefeita sobre a velocidade da vida, as obrigações do dia a dia e, por meio de Wally e o garoto Sebastian (Thomas Robinson), ainda encontra espaço para “revelar” algo óbvio: pessoas e relações ainda são a coisa mais importante do mundo.
Coincidências do Amor é aquele tipo de filme que se parece com empregada doméstica eficiente: lava, passa, cozinha e ainda é simpática. Ou seja, tem comédia, romance, história plausível e aqueles atrativos para o público que quer comprar risadas com o ticket do cinema e escapar da vida.
No elenco, os atores estão no mesmo tom, fazendo o básico e seguindo a cartilha para manter a comicidade. Com um destaque para o pequenino Thomas Robinson que, com trejeitos que lembram Alfred Lutter III, aquela criança sensacional de A Última Noite de Boris Grushenko e Alice Não Mora Mais Aqui, o garoto vive um ótimo neurótico. Também tem o seu quinhão de glória Juliette Lewis, que interpreta a personagem sidekick Debbie.
O mais instável em Coincidências do Amor é, sem dúvidas, o roteiro escrito por Allan Loeb (Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme), a partir de uma crônica de Jeffrey Eugenides, autor do livro que deu origem ao primeiro filme de Sofia Coppola, Virgens Suicidas.
A boa apresentação dos personagens e seus dilemas é seguida por um sofrível desenvolvimento. Quando o filme alcança sua metade, o roteiro adia diversas vezes o final iminente. É como se, sabendo que não havia dado ainda uma hora de filme, o texto precisa matar tempo. Enrola daqui, enrola dali e finalmente, após alguns bocejos, o desfecho já esperando finalmente acontece.
Fim de filme e Coincidências do Amor cumpriu sua função: fazer os 101 minutos da vida de uma pessoa andarem mais rápidos (ou, dependendo do espectador, muito mais devagar).
Fiquei assustado com a baixa renda que teve este filme nos EUA (até agora cerca de U$ 22 milhões de dólares para um orçamento de U$ 16 milhões). Fui vê-lo ressabiado, principalmente com as críticas que fizeram sobre Jennifer Aniston, que estaria se repetindo, mas outra vez discordo com a crescente estupidez da crítica americana.
Para com ... Leia mais Fiquei assustado com a baixa renda que teve este filme nos EUA (até agora cerca de U$ 22 milhões de dólares para um orçamento de U$ 16 milhões). Fui vê-lo ressabiado, principalmente com as críticas que fizeram sobre Jennifer Aniston, que estaria se repetindo, mas outra vez discordo com a crescente estupidez da crítica americana.
Para começar, Jennifer é coadjuvante, o ator principal é Justin Bateman, que por sinal está em seu melhor momento no cinema: humano, sensível, discreto, tem realmente um belo trabalho.
Jennifer realmente não demonstra maior versatilidade, mas estrela de cinema é isso, você vê variantes da sua personalidade, que é justamente a razão dela ter se tornado big star e não os outros de Friends. Tudo que faz está direitinho e convincente, ainda que o personagem dela não esteja muito bem escrito ou explicado, mas isso é moda hoje em dia, tudo fica meio no ar...
Justin recuperou sua popularidade (ele foi, imaginem só, o substituto de Michael J. Fox em Teen Wolf 2, mas antes esteve na série Os Pioneiros e Silver Spoons, ficando alguns anos por baixo até voltar com o êxito local de Arrested Development. Depois disso, fez vários coadjuvantes até finalmente ter sua chance de protagonista, num filme dirigido pela dupla Josh Gordon e Will Speck (eles antes foram indicados para um Oscar de curta, Cultura, 97 , e dirigiram o divertido Escorregando para a Glória/Blades of Glory, com Will Ferrell, 07).
Mas o essencial é explicar que esta não é como parece, uma comédia romântica. Romance sim, mas não necessariamente comédia. Deve ter sido esse tom meio morno e mais sério que assustou o espectador americano. Eu tenho que admitir que este também não é o tipo de história que eu curto, girando em torno de mães que desejam bebês mesmo quando solteiras (chegando perto dos 40 anos) e depois confusões com esperma e filhos que não saíram como pretendiam. É tudo um pouco americano demais para nosso gosto.
Mas enfim, o melhor amigo de Jennifer é Justin, que está ficando solteirão porque é tímido, mal resolvido e complicado. Quando ela resolve engravidar de um bonitão (Patrick Wilson), ele, muito bêbado, troca o esperma e, sete anos depois (isso é uma saga com lapso de tempo!), ela retorna para Nova York (tinha ido morar fora) com o menino, que é um garoto simpático, mas complicado, inseguro, excessivamente racional, mas que de cara se identifica com ele. Não é muito difícil adivinhar a conclusão, embora demore um pouco a chegar. O filme não tem um ritmo muito ágil, é bem ajudado pelo Jeff Goldblum, que andou sumido e retorna no papel ingrato do melhor amigo e patrão. A melhor amiga dela é uma louquinha, papel da vida da Juliette Lewis!
Não vai estourar a boca do balão, provoca pouquíssimas risadas, tem uma trama fácil de adivinhar e não muito fácil de acreditar. E essa historiada de filhos também é coisa mais para menina do que menino, mas vale por Bateman.


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Coincidências do Amor
"Incrível"
"Adorei. Um filme maravilhoso que retrata tomada de decisões que não são tão facéis e que se tomadas de forma errada trazem consequencias que não tem volta.Jason Bateman ele é genial está em um momento ótimo fazendo um filme melhor do que o outro,fora Jennifer Aniston que agora está se superando em cada filme que faz."