Milo Boyd (Gerard Butler) é um ex-policial que se tornou caçador de recompensas. Sua missão era prender a repórter Nicole Hurly (Jennifer Aniston) e tinha tudo para ser uma tarefa das mais fáceis. Afinal, ela é sua ex-esposa. Mas o problema é que tinha mais gente interessada nela por conta de ... Leia mais
Milo Boyd (Gerard Butler) é um ex-policial que se tornou caçador de recompensas. Sua missão era prender a repórter Nicole Hurly (Jennifer Aniston) e tinha tudo para ser uma tarefa das mais fáceis. Afinal, ela é sua ex-esposa. Mas o problema é que tinha mais gente interessada nela por conta de uma reportagem sobre um possível assassinato e, como resultado, os dois entraram na mira de criminosos. Assim, se antes não conseguiram ficar unidos no casamento, agora precisam juntar forças para sobreviver a esta grande confusão.
| Gênero | Ação, Comédia, Romance |
|---|---|
| Título Original | The Bounty Hunter |
| Diretor | Andy Tennant |
| Atores principais | Jennifer Aniston, Gerard Butler, Jeff Garlin, Christine Baranski, Joel Marsh Garland, Jason Sudeikis, Cathy Moriarty, Ritchie Coster, Siobhan Fallon, Carol Kane, Peter Greene |
| Ano de produção | 2010 |
| Duração | 110 minutos. |
| Classificação do CAEC | PG-13 - Não Recomendado para menores de 14 anos |
| Escritor | Sarah Thorp |
| País | Estados Unidos da América |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 602 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 9 críticos |
| Última modificação | ri32pi (2 meses atrás) |
Acaba a sessão de Caçador de Recompensas e por mais mau humorado que você seja / esteja, não dá pra negar: funciona! Não sei qual será seu futuro comercial em cinemas e locadoras, mas pode esperar que este será um daqueles filmes-salvação para muitos programadores da televisão aberta. E o motivo é tão simples quanto a premissa básica ... Leia mais Acaba a sessão de Caçador de Recompensas e por mais mau humorado que você seja / esteja, não dá pra negar: funciona! Não sei qual será seu futuro comercial em cinemas e locadoras, mas pode esperar que este será um daqueles filmes-salvação para muitos programadores da televisão aberta. E o motivo é tão simples quanto a premissa básica para uma boa comédia romântica dar certo: é so meter uma dupla afinada de atores numa confusão dos diabos e saber contar essa história.
Milo Boyd (Gerard Butler) é o tal cacador de recompensas do título, e seu trabalho tem um quê de malandragem que é uma das características mais marcantes do próprio personagem. Nicole Hurley (Jennifer Aniston) não fica atrás no quesito esperteza e trabalha como repórter investigativa com carreira em ascensão. Separados por um casamento fracassado, os dois seguem com suas vidas até que o destino os une: a corrida de gato e rato começa quando Milo é encarregado de levar Nicole à cadeia, enquanto ela corre atrás de pistas sobre um caso nebuloso de suicídio.
O roteiro segue uma lógica circular que atraí os protagonistas para um mesmo problema e aquela fórmula dos inimigos que se juntam para combater um mal comum os coloca em situações manjadas, mas bem engraçadas. Apesar de ser uma história que pode ser assistida pela família inteira, o humor usado aqui nunca parte para a idiotice ou as tortas na cara. A sensibilidade é adulta e mesmo quando esteriotipa as atitudes femininas ou masculinas, o roteiro desmancha as conhecidas saídas usadas para pontuar essa oposição. Assim, temos praticamente um casal de anti-heróis tentando salvar suas próprias peles enquanto caçam pretígio e dinheiro e, claro, se vêem forçados a rever suas posições no relacionamento que tiveram um dia.
Usando a sensualidade e os corpos do atores sem exagero, Andy Tennant não expõe Jennifer Aniston a nenhuma enrrascada ou vergonha alheia e prefere explorar o conhecido peitoral de Butler numa cena – bacana – de saída do banho que termina com o recomeço da perseguição. Christine Baransky interpreta a mãe de Nicole, Kitty, e garante umas boas risadas em suas aparições no longa-metragem.
A química entre Aniston e Butler, que dizem, rende um affair entre os dois fora das telas, foi um dos ingredientes mais bem explorados por Andy Tennant, que se não reiventou a roda ao filmar esta história, pelo menos entregou um filme sincero que é exatamente o que parece ser: divertido.
Tirando o fato de que o escocês Gerard Butler só consegue falar com o canto esquerdo da boca (será que ele aprendeu com Antônio Fagundes?) e Jennifer Aniston mostrando, mais uma vez, que é uma atriz limitada a poucos tipos de papeis, Caçador de Recompensa vale pelo lindo Delta 88 Conversível que Bluter dirige nas paisagens de Atlantic City ... Leia mais Tirando o fato de que o escocês Gerard Butler só consegue falar com o canto esquerdo da boca (será que ele aprendeu com Antônio Fagundes?) e Jennifer Aniston mostrando, mais uma vez, que é uma atriz limitada a poucos tipos de papeis, Caçador de Recompensa vale pelo lindo Delta 88 Conversível que Bluter dirige nas paisagens de Atlantic City e pelas sequências de perseguição.
Não há muitos segredos na trama do filme dirigido por Andy Tennant (Um Amor de Tesouro), Butler é um ex-policial que trabalha como caçador de recompensas. Aniston interpreta sua ex-mulher, uma repórter que só pensa no furo jornalístico e, justamente por causa de uma matéria, perde uma audiência na justiça. Sim, ele recebe a incumbência de trazê-la de volta à cidade e receber, em troca, US$ 5 mil.
Nesse tipo de filme, que chama a atenção pelo nome dos atores, paisagens, ação e romance, o espectador não pode desviar a atenção. O filme tem de capturá-lo desde o início, arrebatá-lo e só largá-lo no final da projeção, com a sensação de “valeu o ingresso e a pipoca”.
Só que, em Caçador de Recompensas, o trajeto entrada/saída do filme é tortuoso. Algumas sequências de comédia e romance funcionam (a exemplo da cena do jantar), assim como outras de perseguição (quando Butler e Aniston fogem do tatuador traficante).
Mas o filme tem um roteiro cheio de “barrigas” (aqueles momentos em que, em vez de estarmos mergulhados no filme, perdemos a conexão). Se o ritmo do começo, quando os desafios são apresentados ao espectador, é satisfatório, o mesmo não acontece nas aventuras da estrada que envolve o casal.
As mesmas situações cômicas, baseadas nas trapaças e nos desencontros, se repetem. Pelo menos uns dez minutos dos 106 que estão na versão final poderiam ter sido eliminados de Caçador de Recompensas para que chegássemos ao desfecho – quando o óbvio acontece – sem termos alternado tanto interesse e desinteresse durante o filme.
Sem falar que o longa se estrutura em algo conhecidíssimo no cinema americano: o jogo de oposições, como a bem-sucedida/ o fracassado, a romântica/o insensível. Sem contar o personagem do tipo “panaca” que serve de escada para os protagonistas.
O maior atrativo de Caçador de Recompensas é realmente o Delta 88 Conversível, pois, se depender da química Butler/Aniston, ou dos momentos cômicos, o filme fica bem para trás em uma lista de filmes divertidos sobre casais separados que são obrigados a conviverem juntos.
O diretor Andy Tennant era um cineasta razoável. Daqueles que o estúdio confia para entregar seus filmes fáceis, claro, mas ainda assim, passável. Hitch - Conselheiro Amoroso tem seus momentos, bem como o açucarado Doce Lar. Como explicar então a derrocada do sujeito em Um Amor de Tesouro e neste Caçador de Recompensa (The Bounty Hunter, 20 ... Leia mais O diretor Andy Tennant era um cineasta razoável. Daqueles que o estúdio confia para entregar seus filmes fáceis, claro, mas ainda assim, passável. Hitch - Conselheiro Amoroso tem seus momentos, bem como o açucarado Doce Lar. Como explicar então a derrocada do sujeito em Um Amor de Tesouro e neste Caçador de Recompensa (The Bounty Hunter, 2010)?
Tennant deixa seus astros no automático. Jennifer Aniston repete as caretas que está acostumada a fazer desde Friends, onde atuava como escada para as piadas dos demais. Não é por acaso que ela não emplacou como atriz dramática: seu repertório é mínimo... e quando seu diretor não exige nada então, fica ainda pior. Já Gerard Butler limita-se a reprisar seu personagem em A Verdade Nua e Crua, o machão sedutor. Com essa disposição, em momento algum eles fazem rir, tarefa relegada aos personagens secundários.
Não ajuda em nada o fato do roteiro parecer um octópode, estendendo seus tentáculos para vários gêneros, sem efetivamente acertar em algum. O filme começa cômico, engata umas discussões de relação de terceiro ato de comédia romântica e fecha um policial ruim da década de 1980. Sem falar nas tentativas, umas duas ou três, de parecer um filme de Guy Ritchie quando aparecem os mafiosos da apostadora Irene (Cathy Moriarty).
É lamentável também a edição de Caçador de Recompensa. O ritmo inexiste. Cenas razoavelmente decentes passam com desinteresse pela montagem enquanto outras, péssimas, ganham espaço de sobra. Toda a sequência da pousada é catastrófica, não agrega nada à trama e se arrasta por uns 15 minutos. Eu quis sair do cinema.
Assinando seu atestado de incompetência, Tennant limita-se a tentar salvar esse imbróglio na trilha sonora. As músicas invadem as cenas, desesperadamente forçando alguma emoção. Lembra aquela piada do sujeito que peida no elevador, pega um aroma de pinho na sacola de compras e pulveriza pra disfarçar - até que outra pessoa entra na cabine e diz "gente, cagaram na floresta"? É quase a mesma coisa. Quando a merda está feita não dá pra disfarçar.


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Caçador de Recompensas
"Muito bom"
"Comédia romântica muito boa. Principalmente com a companhia adequada"