Batman - O Cavaleiro das Trevas

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Sinopse

Neste filme, Batman aposta tudo em sua guerra contra o crime. Com a ajuda do Tenente Jim Gordon e o Promotor Público Harvey Dent, Batman procura desmantelar as organizações criminosas existentes nas ruas da cidade. Esta sociedade revelar-se eficaz, até que uma mente criminosa conhecida na cidade ... Leia mais 

Neste filme, Batman aposta tudo em sua guerra contra o crime. Com a ajuda do Tenente Jim Gordon e o Promotor Público Harvey Dent, Batman procura desmantelar as organizações criminosas existentes nas ruas da cidade. Esta sociedade revelar-se eficaz, até que uma mente criminosa conhecida na cidade gótica como Coringa provoca um caos.

Dados técnicos

Gênero Ação, Aventura, Policial
Título Original The Dark Knight
Diretor Christopher Nolan
Atores principais Morgan Freeman, Heath Ledger, Christian Bale, Gary Oldman, Michael Caine, Aaron Eckhart, Cillian Murphy, Maggie Gyllenhaal, William Fichtner, Eric Roberts, Chin Han, Nestor Carbonell, Monique Curnen, Ritchie Coster, Anthony Michael Hall, Ron Dean, Michael Jai White
Ano de produção 2008
Duração 152 minutos.
Classificação do CAEC G - Para todo tipo de público. Censura livre.
Produtor Charles Roven, Emma Thomas
Escritor David S. Goyer, Bill Finger, Jonathan Nolan, Bob Kane
Música Hans Zimmer, James Newton Howard
País Estados Unidos da América
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.86
Avaliação média baseada em 12705 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 4.57
Avaliação média baseada em 7 críticos
Última modificação André.Tinoco (2 semanas atrás)
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BruceWayne10

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Crítica especializada

CineZen Cultural - André Azenha (Brasil)

5.00
Incrível!

Ao sair, na época de seu lançamento nos cinemas, da sala de projeção de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, a sensação de ter assistido um divisor de águas na trajetória da sétima arte não pôde ser descrita em poucas palavras. Ficou impossível caminhar contra a maré e não entrar de cabeça no hype formado a partir de uma campanha ... Leia mais Ao sair, na época de seu lançamento nos cinemas, da sala de projeção de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, a sensação de ter assistido um divisor de águas na trajetória da sétima arte não pôde ser descrita em poucas palavras. Ficou impossível caminhar contra a maré e não entrar de cabeça no hype formado a partir de uma campanha viral ao melhor estilo de “A Bruxa de Blair” e “Cloverfield”, até um poderoso esquema de marketing que incluiu o lançamento do DVD animado "O Cavaleiro de Gotham", com tramas localizadas entre “Batman Begins” e a obra recém lançada no cinema.
Tanta expectativa criada em torno de do filme foi aumentando devagarinho, fazendo com que se tornasse a produção mais esperada, e depois, a com maior bilheteria de 2008 – faturou quase US$ 1 bilhão ao redor do mundo no ano, e ultrapassou a marca com seu relançamento nos cinemas em 2009.
O processo para a concepção do longa começou três anos atrás com “Batman Begins”, que zerou a cronologia do personagem criado por Bob Kane na telona, deu credibilidade a um gênero cinematográfico – o das adaptações das histórias em quadrinhos – não levado a sério (exceto pelos fanáticos) e satisfez os fãs que haviam torcido o nariz para os longas de Tim Burton (que justiça seja feita, eram divertidos e bacanas) e de Joel Schumacher (péssimos).
A morte prematura de Heath Ledger (escalado para viver o Coringa), aos 28 anos, por overdose de medicamentos antes do lançamento do filme e os primeiros trailers fizeram o burburinho se tornar uma bola de neve. E não houve decepção. As primeiras críticas da produção compararam-na com “O Poderoso Chefão 2” e “O Império Contra Ataca”, continuações superiores aos filmes originais de suas respectivas franquias - daria ainda para incluir aí “O Exterminador do Futuro 2”.
“É a melhor adaptação de uma HQ para o cinema já realizada”. “Oscar póstumo para Ledger”. “Indicação de Melhor Filme no Oscar de 2009”. Essas foram algumas bolas levantadas pela imprensa especializada. E “O Cavaleiro das Trevas” é isso tudo e mais. Não é apenas um filme de ação, mas tem seqüências eletrizantes (custou US$ 150 milhões). É um drama policial denso, tenso, com toques de tragédia principalmente no ato final, porém tem ótimas sacadas irônicas (principalmente vindas do mordomo Alfred, tão bem composto por Michael Caine). Tem tempo de projeção considerado longo para o gênero (mais de duas horas e meia de duração), mas o espectador nem sente os minutos passarem tamanha hipnose causada por cada cena, cada diálogo. É um trabalho minucioso de direção (de Christopher Nolan, que também assina o excelente roteiro com o irmão Jonathan), e uma magnífica parábola com o mundo atual. Até que ponto vale seguir as leis oficiais? Todo ser humano é incorruptível? É necessária a existência de um vigilante?
Além disso, é a jornada e a transformação de duas figuras do lado da lei (uma “oficial”, a outra de “capa e máscara”) que precisam confrontar seus ideais perante o caos causado por um lunático. É uma obra completa, com tudo no seu devido lugar.
Diferente de outras adaptações cinematográficas de HQs, em que os atores dão entrevistas dizendo que se divertiram ao interpretarem seus personagens, tanto em “Batman Begins” como em “O Cavaleiro das Trevas”, os artistas se dedicaram como se estivessem participando de um drama shakespereano. Vestiram a camisa e saíram, cada um à sua maneira, com atuações excepcionais. Se no anterior a plateia pôde presenciar o encontro de Liam Neeson, Ken Watanabe, Tom Wilkinson, Rutger Hauer, entre outros, nesse pôde conferir os remanescentes Christian Bale (o melhor de todas as encarnações de carne e osso do homem morcego), Morgan Freeman, Michael Caine, Gary Oldman e até Cillian Murphy (em rápida aparição), mais os “novatos” Maggie Gyllenhall (ocupando o posto que havia sido de Katie Holmes, como a promotora Rachel Dawes), Aaron Eckhart, Eric Roberts e Heath Ledger.
Na trama, Batman tornou-se o medo dos bandidos da cidade. Junto com o tenente Gordon (Oldman), conseguiu finalmente fazer com que os traficantes sentissem medo. Porém, sua presença levou cidadãos a passarem a se vestir como ele e tentar “fazer justiça”. No campo dos tribunais, o município passa a ter um promotor confiável, Harvey Dent (Aaron). Em meio a tudo isso, surge o Coringa, que propõe à bandidagem a solução para que o crime volte a governar Gotham: matar Batman. Atentados passam a acontecer, juízes, policiais e civis são mortos. Caos e pânico se instalam.
Mesclando ação, suspense, drama e thriller, o público é jogado num épico que retrata uma imagem de sociedade desorientada, que busca sedentamente alguém em quem confiar, que possa salvá-los da desordem. O roteiro também dá uma pequena cutucada no governo americano da era Bush, quando questiona (numa cena entre Bale e Morgan Freeman), se é ético e/ou necessário estar plugado aos celulares de todos os munícipes para vigiá-los e conseguir informações.
Se a direção de Nolan - inspirada, segundo ele próprio declarou, em “Fogo Contra Fogo”, principalmente no duelo psicológico entre os dois rivais, como ocorreu com os personagens de Al Pacino e Robert de Niro no longa de 1995) - é espetacular (ele praticamente abriu mão de efeitos computadorizados e filmou quase tudo “de verdade”), a trilha sonora de James Newton Howard e Hans Zimmer cria os momentos perfeitos de tensão, o elenco é a cereja de um bolo cujos ingredientes casaram-se perfeitamente. Caine e Freeman surgem carismáticos como sempre, Maggie dá uma dimensão dramática ao papel que a até mais bonitinha Holmes não havia conseguido antes, e Bale e Eckhart conseguem transmitir os conflitos internos de seus personagens. O primeiro enxerga no promotor Harvey Dent uma esperança de poder deixar a cidade nas mãos de um “cavaleiro branco” e assim, levar uma vida normal. Já o segundo mergulha numa viagem sem volta de transformação intensa, perante sentimentos como injustiça e perda. E juntos a Rachel formam um triângulo amoroso.
E há Heath Ledger. Todos os comentários se concretizaram perante uma interpretação histórica. Seu Coringa não é um mero “palhaço do crime”. É um sujeito que dá medo. Quando ele aparece já se sabe que algo muito ruim pode acontecer. A forma como compôs o vilão - o modo de andar, de lamber os lábios e a fala fantasmagórica, mais o visual borrado, com um “quê” de “O Corvo” -, faz o Coringa de Jack Nicholson, tão elogiado à época do primeiro Batman de Tim Burton, parecer brincadeira de criança. A atuação do falecido ator ganhou reconhecimento mundial, rendendo muitos prêmios póstumos a ele.
O difícil agora será encontrar algo melhor no quesito “filmes baseados em quadrinhos”. Pois “Batman – O Cavaleiro das Trevas” é a prova de que é possível agradar público sem deixar de conceber uma trama inteligente. É a sensação de dever cumprido de seus realizadores e a satisfação imensurável dos fãs do homem morcego.
O DVD e o Blu-ray do filme têm áudio e legendas em inglês, português e espanhol. A edição dupla tem nos extras (quase todos também com áudio e legendas em inglês, português e espanhol) os bastidores do longa, entrevistas com equipe de produção e elenco e outras surpresas que irão agradar em cheio aos fãs da obra. Ainda que a ausência de Heath Ledger possa decepcionar os fãs.
O filme voltou aos cinemas brasileiros em fevereiro de 2009, desta vez na tela IMAX (algumas cenas foram feitas especialmente para este formato). O intuito do relançamento do longa na tela gigantesca foi levar a produção a ultrapassar a bilheteria mundial de US$ 1 bilhão - fato consumado, tornando o filme um dos poucos na história a conseguir a marca.
Além disso, o Blu-ray do filme bateu recordes de vendas em seu lançamento, superando as expectativas da Warner. Um divisor de águas na história cinematográfica.

Cine Players - S. Pilau (Brasil)

5.00
Incrível!

Uma obra-prima que extrapola a definição de filmes sobre super-heróis.

Quando a primeira parte da trilogia O Senhor dos Anéis foi lançada, já no longínquo 2001, ficou claro que Peter Jackson havia alcançado um feito monumental. O neozelandês, com sua brilhante visão da saga de J.R.R. Tolkien, não apenas ressuscitou o gênero fantasia, ... Leia mais Uma obra-prima que extrapola a definição de filmes sobre super-heróis.

Quando a primeira parte da trilogia O Senhor dos Anéis foi lançada, já no longínquo 2001, ficou claro que Peter Jackson havia alcançado um feito monumental. O neozelandês, com sua brilhante visão da saga de J.R.R. Tolkien, não apenas ressuscitou o gênero fantasia, como o elevou a um nível tão alto que nenhuma outra produção conseguiu alcançá-lo desde então – o que provavelmente não acontecerá por muito tempo. As batalhas magníficas, a jornada emocional e um incrível respeito pela mitologia criada pelo escritor inglês fizeram com que o épico de nove horas de Peter Jackson se tornasse referência, exemplo a ser seguido e batido por quem se aventurar pelo gênero.

Pois Batman – O Cavaleiro das Trevas é para cinema de super-heróis o que O Senhor dos Anéis foi para os de fantasia. De forma rápida e direta, é o melhor filme já realizado dentro do gênero que mais dinheiro arrecada hoje em dia, o que provavelmente colocará em apuros futuras produções. O trabalho de Christopher Nolan é uma obra ambiciosa, pesada e de alcance épico que, ironicamente, encontra sua força exatamente por não parecer um filme de super-herói. Moralmente complexa, emocionalmente exaustiva e inesperadamente densa para uma superprodução norte-americana, O Cavaleiro das Trevas é a continuação perfeita para o já ótimo Batman Begins e, desde já, um dos grandes filmes dos últimos anos, quebrando qualquer barreira que o gênero impunha.

Mas vamos com calma. Quando O Cavaleiro das Trevas tem início, Gotham City encontra-se dividida entre os que consideram Batman um herói e aqueles que vêem como um vilão. Atormentado por esta reação do público, Bruce Wayne não vê a hora de desistir da vida de justiceiro e viver ao lado de sua amada Rachel Dawes. A esperança surge na figura do promotor público Harvey Dent, que decide agir contra o crime organizado com a ajuda do homem-morcego e do chefe de polícia Gordon. É quando um novo criminoso chamado Coringa chega promovendo um verdadeiro caos na cidade, vendendo seus serviços aos mafiosos com a promessa de resolver os problemas deles ao eliminar Batman de uma vez por todas.

Dando continuidade à abordagem psicológica desenvolvida com sucesso em Batman Begins, Christopher Nolan (a partir de um roteiro escrito por ele mesmo e seu irmão Jonathan) novamente assume um tom realista e vira seu foco para os personagens e a história. Ainda que O Cavaleiro das Trevas esteja repleto de ótimas cenas de ação, é a capacidade de Nolan em apresentar seres humanos complexos em conflito com seus próprios demônios, bem como levantar questões essenciais à natureza humana, que dão o tom do filme – abordagem, aliás, recorrente na carreira do cineasta, vide seus trabalhos anteriores, como Amnésia e Insônia, histórias ricas em personagens angustiados e com um lado sombrio proeminente.

Nesta seqüência, Nolan constrói sua obra sobre três personagens principais: Bruce/Batman, Harvey Dent e Coringa. É a partir desta pirâmide que todo o resto se desenvolve, em uma crescente de desespero e angústia capaz de revelar a complexidade do ser humano e de tudo o que o cerca. Batman, por exemplo, como apresentado no filme anterior, não é somente um justiceiro mascarado, mas um homem incrivelmente traumatizado, que precisa conviver com seus próprios problemas enquanto combate nas ruas. Agora Bruce Wayne encontra-se cansado do “serviço” e, acima de tudo, decepcionado pela imagem que as pessoas construíram de Batman. “Não era isso o que eu esperava quando quis inspirar o bem”, diz ele em certo momento. O peso da responsabilidade o atormenta e cresce gradativamente até o estágio em que fica difícil suportá-lo. “Ou você morre como herói ou vive o bastante para se tornar o vilão”, diz alguém.

E a alma atormentada de Wayne é encarnada impecavelmente por Christian Bale. Ator extremamente talentoso, capaz de representar de forma extremamente eficaz sem qualquer espécie de afetação, Bale é a incorporação definitiva de Batman, dando um passo além do que já havia construído em Batman Begins. Se antes o que mais importava era a transformação, o fundamental agora é demonstrar a carga imensa depositada sobre os ombros do personagem, fato que Bale tira de letra. Mais do que isso, o intérprete ainda se sai muito bem sob o uniforme, atento inclusive a detalhes como a mudança do tom de voz, de forma a preservar a identidade do vigilante – o que no início causa estranheza, mas é perfeito dentro da proposta realista do filme.

No entanto, se o arco dramático de Bruce Wayne é reduzido em O Cavaleiro das Trevas, o promotor público Harvey Dent preenche a lacuna. Desejoso de transferir a responsabilidade para alguém honesto e com coragem de enfrentar a escória de Gotham, Wayne encontra em Dent um símbolo de esperança, um homem no qual os cidadãos podem e devem confiar. Esta é uma das tramas principais do riquíssimo roteiro de O Cavaleiro das Trevas, dando espaço para a importância de Harvey Dent na trama. E, neste sentido, Dent torna-se o personagem com a jornada mais bem definida da produção, uma vez que termina o filme uma pessoa completamente diferente daquela do início.

Sua trajetória – que é a representação máxima de um dos principais temas discutidos pelo roteiro, a tênue linha entre o bem o mal – precisava de uma abordagem cuidadosa para não soar falsa. É aí que surge o talento de Aaron Eckhart. Com o material riquíssimo dos irmãos Nolan e sob a batuta segura do diretor, Eckhart jamais permite que sua modificação se torne brusca ou forjada. Muito pelo contrário, é visível no rosto de Eckhart que as ações futuras de Harvey Dent são resultado unicamente de uma fúria por tudo o que aconteceu, um desejo de vingança com a qual ele não se sente bem em levar à prática.

Chegamos, enfim, ao grande achado de O Cavaleiro das Trevas: o Coringa de Heath Ledger. Se o principal problema de Batman Begins era a falta de um antagonista à altura do herói, aqui o problema está resolvido. Desenvolvido com muita inteligência por Nolan e Ledger – que acertaram ao não apresentar, e até confundir, as origens do personagem, tornando-o ainda mais imprevisível e assustador –, o Coringa é o dono do filme, um verdadeiro anarquista ou, como ele próprio se classifica, “um agente do caos”. Sádico, brilhante, cruel e divertido, o Coringa de O Cavaleiro das Trevas em nada lembra aquele composto por Jack Nicholson no filme de Tim Burton; aqui, ele é um doente imprevisível, capaz de fazer qualquer coisa simplesmente pelo prazer de “ver o circo pegar fogo”.

Interpretando Coringa com uma mistura da anarquia de Tyler Durden (Clube da Luta), o sadismo de Mickey Knox (Assassinos por Natureza) e a demência de Sid Vicious, Heath Ledger entrega, provavelmente, a interpretação mais surpreendente desde que Johnny Depp quebrou todas as expectativas com o Jack Sparrow de Piratas do Caribe. Com voz anasalada e repleto de trejeitos que o fazem lembrar um animal em seus mais primitivos instintos, como a repulsiva forma com que passa a língua nos lábios, Ledger compõe um verdadeiro e perigoso inconseqüente, que se diverte promovendo o caos (“Eu adoro este trabalho!”). Ao mesmo tempo que causa repulsa e nervosismo, Ledger atrai o olhar do espectador, que fica tenso pela sua próxima ação, porém fascinado pela imagem perturbadora daquele ser. Uma grande atuação e um vilão já antológico.

Porém, não é só na construção dos personagens que Nolan demonstra um olhar diferenciado, mas também na relação entre eles. Este, em essência, é o verdadeiro núcleo de O Cavaleiro das Trevas e a partir de onde se sustenta toda a estrutura do filme. A dicotomia entre Batman e o Coringa, por exemplo, é nada menos que genial, diferente de qualquer outro antagonismo já desenvolvido entre herói/bandido. O palhaço nada mais é do que uma conseqüência das ações do morcego – e as mortes originadas por isso são outro peso para Wayne – e a genialidade doentia do primeiro só encontra sentido com um oponente à altura, como Batman. Aliás, é daí que sai uma das melhores falas do filme, quand

Cine Players - J. Mion (Brasil)

4.00
Muito bom

O Cavaleiro das Trevas é inegavelmente excepcional no que lhe cabe ser: é um grande filme de super-herói. E, visto sob esta ótica, merece uma nota alta. Um caso onde a alegoria aproximou-se da ficção passível de realidade aos ardorosos fãs do morcego.

Juliano Mion

Comentários

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denowin comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

4.500
"Excelente"

"Excelente continua da nova fase cinematográfica do homem das trevas, destaque para a atuação de Heath Ledger, que faleceu pouco tempo depois. Algumas curiosidades sobre o filme falam de Ledger chegando para as gravações com o personagem pronto, com a maquiagem feita por ele mesmo. Jack Nicholson teria alertado ao jovem que o papel do vilão Coringa poderia mexer com seu psicológico. #VIDEOTECA"

um ano atrás ·  2 votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Joicea comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

5.000
"Incrível"

"O melhor Coringa que o cinema já viu...supera totalmente a atuação de Jack Nicholson......que pena que Heath Ledger morreu...que pena...."

um ano atrás ·  2 votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Felipe César Pinto comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

5.000
"Incrível"

"Filme simplesmente incrível!
Filme que dura bastante, quando você acha que tá acabando mal tá na metade, muita cena de ação, excelente atuação do Curinga e ainda capaz de gerar muita reflexão.
Todos devem ver esse filme"

um ano atrás ·  2 votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Alejandro.Rincon.Arias comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

4.500
"Excelente"

"Desde que nos anos 90 lançaram batman nas telonas vimos uma diminuição na qualidade dos filmes. Primeiro tivemos nos dois primeiros filmes a direção de Tim Burton e no papel de batman o Michael Keaton, otimo trabalho, bem personificado e com um ambiente temporal perdido entre os anos 60 e 80 tipico do Burton, até haí tinhamos filme. O primeiro pode ser considerado um classico. Já a segunda fase dirigida por Joel Schumaquer mostra uma fase infantil metafanasiosa, mais no quarto filme que no tercero, o terceiro lembremos foi Val Kilmer com a entrada de robim e o quarto a troca por Jorge Cloney e a entradad e batigirl. Nesta otica, explora-se a fantasia dos desenhos, muitos criticaram até a aparência gay que batman na pele de clonney passava e crish o´donnel não ficava atrás, tanto que a estrela do quarto filme foi o vilão, schwarzenegger como dr. freezer.
A redenção para a história que ia para o fracasso veio nas mãos de Christopher Nolan reformulando a história, trazendo-a mais para o mundo real e contemporaneo, reprojetando o trabalho dos diretores anteriores, dando ao batman uma nova imagem e um quadro muito completo em relação ao elenco todos eles se encaixam perfeitamente nos seus papeis, de fato já batmam o cavalheiro das trevas explora mais a fundo a demencia de seus vilões, ninguem pode negar o papel épico de Headg Ledger o unico a lamentar foi atroca da Kate Holmes no segundo filme, mais ao lado de tantas estrelas fazendo otimos trabalhos nem fez muita diferença. Agora o melhor que pode acontecer é fazer o terceiro filme da saga, (na realidade o setimo) e fechar com broche de ouro um dos melhores personagens dos comics e da telona"

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Flavio.Ozorio comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

5.000
"Incrível"

"A melhor adaptação de Batman já feita. Simples e direto, Cavaleiro das trevas tem a atuação de Heath Ledger, como Coringa, que é o melhor vilão da série. "

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Rafael.Alfredo comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

5.000
"Incrível"

"ótimo exemplo de como transformar histórias baseadas em HQ num filme. Poucos conseguiram e Nolan com Dark Knight foi um. O heroi todos conhecem, mas quem faz o heroi é o vilão.A criação do personagem do Coringa foi fundamental para o sucesso do filme. "In Nolan we trust". "

5 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
dicaixeta comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

5.000
"Incrível"

"Espetáculo! No more..."

8 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Aminah comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

3.500
"Bom(+)"

"O melhor filme até agora lançado do super-herói Batman, que contém um elenco impecável, com o destaque para o jovem ator Heath Ledger um dos maiores vilões que o cinema pode prestigiar."

10 meses atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
cygm comentou:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

4.000
"Muito bom"

"De longe o melhor filme do Batman."

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
ysalory avaliou:

Bom

o que salva o filme é a ótima atuação do falecido Heath Ledge no papel do maligno vilão Coringa

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Dancarinha avaliou:

Excelente

Batman melhor que já se viu até hoje. Christian Bates sempre excelente. Espero que muitos filmes continuem sempre com ele.

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
jennif avaliou:

Excelente

o melhor coringa de todos os tempos!

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
John Faber Marques Bitencort avaliou:

Excelente

é otimo, eu adorei esser filme e melho

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
alcarpe avalio:

Excelente

melhor filme da série

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
luceliams qualificou:

Excelente

sensacional

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
S. de Alencar qualificou:

Muito bom

Mais pela atuação do curinga do que do batman...rs

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

Média da avaliação: 40
Muito bom
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.86
Avaliação média
baseada em 12705 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 4.57
Avaliação média
baseada em 7 críticos

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