A Mulher Invisível

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Sinopse

Após uma desilusão amorosa, Pedro (Selton Mello), um romântico incurável, acredita ter encontrado a mulher ideal: Amanda (Luana Piovani), sua bela, amiga e dedicada vizinha. Ao mesmo tempo, seu amigo Carlos (Vladimir Brichita), pragmático, não acredita em amor e o desencoraja a investir numa r ... Leia mais 

Após uma desilusão amorosa, Pedro (Selton Mello), um romântico incurável, acredita ter encontrado a mulher ideal: Amanda (Luana Piovani), sua bela, amiga e dedicada vizinha. Ao mesmo tempo, seu amigo Carlos (Vladimir Brichita), pragmático, não acredita em amor e o desencoraja a investir numa relação com uma mulher que ninguém conhece. Mas Pedro está, definitivamente, apaixonado... E ela é maravilhosa. Pelo menos até Pedro começar a desconfiar de que ela tem um defeito: Amanda, na realidade, não existe.

Dados técnicos

Gênero Comédia
Título Original A Mulher Invisível
Diretor Cláudio Torres
Atores principais Luana Piovani, Selton Mello, Fernanda Torres, Vladimir Brichta, Paulo Betti, Lúcio Mauro, Maria Manoella, Maria Luisa Mendonça
Ano de produção 2009
Duração 105 minutos.
Escritor Adriana Falcão, Cláudio Torres, Maria Luisa Mendonça
Música Luca Raele, Maurício Tagliari
País Brasil
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.45
Avaliação média baseada em 1255 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.33
Avaliação média baseada em 3 críticos
Última modificação jev233 (5 meses atrás)
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lukytas

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Imagens

Crítica especializada

Pipoca Combo - D. Mattoso (Brasil)

4.00
Muito bom

O ano de 2009 nos trás boas surpresas em comédias brasileiras. Já tivemos os ótimos Se eu fosse você 2 e Divã, Teremos ainda Os Normais 2. E somos apresentados o divertido A Mulher Invisível, o filme da Luana Piovani.

A modelo-atriz, que estampa o personagem título, é um deleite à parte. Assim como Megan Foxx desvia os olhares dos rob ... Leia mais O ano de 2009 nos trás boas surpresas em comédias brasileiras. Já tivemos os ótimos Se eu fosse você 2 e Divã, Teremos ainda Os Normais 2. E somos apresentados o divertido A Mulher Invisível, o filme da Luana Piovani.

A modelo-atriz, que estampa o personagem título, é um deleite à parte. Assim como Megan Foxx desvia os olhares dos robôs de Transformers, Piovani ilumina todas as cenas de A Mulher Invisível.

O filme começa com Pedro (Selton Mello) tendo uma desilusão amorosa e iniciando uma profunda depressão. Até conhecer Amanda (Luana), que é uma mulher perfeita, mas só ele consegue ver e ouvir. E nasce o dilema: ficar ou não com uma mulher sexy, compreensiva e caseira? Amanda representa uma mulher ideal e veste diversos modelos, representando as fantasias eróticas da maioria de todos os homens.

O longa apresenta diversas situações engraçadas, a maioria mostradas no trailer. Infelizmente, se trata de mais uma comédia romântica melosa e previsível, que ainda sim diverte. Ao sermos apresentados logo no início à personagem de Maria Manoela, a outra vizinha, notamos que ela irá ser parte de uma ponta do triângulo amoroso.

Selton Mello está bem no papel, mas ainda possui semelhanças de outros trabalhos, principalmente no jeito sussurrado de falar. A revelação Manoela tem uma boa oportunidade de solidificação de seu trabalho. Luana, que só contracena com Selton, é quem comanda o filme. Seria difícil pensar no longa sem a presença da atriz. O elenco ainda é abastecido de Vladimir Brichta – como o amigo canalha de Mello – e Fernanda Torres, o melhor do filme.

Cláudio Torres – irmão da atriz Fernanda – conseguiu realizar seu melhor trabalho até aqui. Redentor e A Mulher do Meu Amigo são seus outros trabalhos mais notáveis. Apesar do roteiro fácil, o diretor conseguiu a proeza de não cair no clichê que o gênero pedia. Nos apresentou um enredo simples, mas coerente e que agradará em muito, por incrível que pareça, o público feminino.

Por Daniel Mattoso

O Globo Online - R. Fonseca (Brasil)

4.00
Muito bom

É gargalhada na certa

‘A mulher invisível’ coroa o esforço do cinema comercial brasileiro para lotar cinemas (e encontrar uma cara) com uma eficiência exemplar para fazer rir.

Mau humor não resiste à busca que dá unidade à filmografia do diretor Claudio Torres: seus filmes, curtas ou longas-metragens, como “Redentor”, falam se ... Leia mais É gargalhada na certa

‘A mulher invisível’ coroa o esforço do cinema comercial brasileiro para lotar cinemas (e encontrar uma cara) com uma eficiência exemplar para fazer rir.

Mau humor não resiste à busca que dá unidade à filmografia do diretor Claudio Torres: seus filmes, curtas ou longas-metragens, como “Redentor”, falam sempre dos exageros de quem está refém do descontrole. Um deles é o controlador de tráfego Pedro (Selton Mello, um titã devorador de cenas), que perde o prumo ao ser chutado pela mulher. Agrilhoado à mágoa, ele, ultrarromântico, conforta-se na invenção: cria um filé-mignon, Amanda (Luana Piovani, na gangorra entre a doçura e o abuso) para ser seu consolo.

Neste momento em que a comédia se reinventa nas mãos de Judd Apatow (“O virgem de 40 anos”) e Peyton Reed (“Sim, senhor”), Torres perdeu a chance de aprofundar mais a figura de Pedro e encontrar sua poesia. Mas nem por isso deixa a gargalhada da gente se perder.

Rodrigo Fonseca (05/06/2009)

Cine Players - S. Pilau (Brasil)

2.00
Regular

Narrativamente pobre, mas consegue arrancar algumas risadas.

Há pouco tempo, o diretor e roteirista Cláudio Torres confessou em entrevista que um dos erros cometidos em Redentor, seu trabalho de estreia, foi exatamente a ânsia de querer fazer vários filmes em um só. De fato, Redentor mesclava diversos gêneros e ideias em uma produção cla ... Leia mais Narrativamente pobre, mas consegue arrancar algumas risadas.

Há pouco tempo, o diretor e roteirista Cláudio Torres confessou em entrevista que um dos erros cometidos em Redentor, seu trabalho de estreia, foi exatamente a ânsia de querer fazer vários filmes em um só. De fato, Redentor mesclava diversos gêneros e ideias em uma produção claramente ambiciosa, mas com resultado bastante irregular. Ainda assim, era possível perceber que Torres era um diretor com certa ousadia e originalidade, capaz de realizar filmes interessantes quando obtivesse alguma experiência.

Assim, não deixa de ser decepcionante que este A Mulher Invisível seja uma obra tão convencional e repetitiva, além de claramente se inspirar (leia-se, copiar) em outras produções com temática semelhante. O roteiro do próprio Torres conta a história de Pedro, um controlador de trânsito que, após a mulher pedir o divórcio, entra em profunda depressão. Um dia bate à sua porta a vizinha Amanda, uma loira escultural que não demora a se apaixonar por ele. Os dois começam uma relação, até Pedro descobrir um pequeno problema: Amanda não existe.

Em seus primeiros trinta minutos, A Mulher Invisível sofre do mesmo mal de boa parte da produção cinematográfica brasileira: o artificialismo das situações e das atuações. Os diálogos demoram a soar naturais e, por consequência, o filme leva algum tempo para realmente convencer o espectador de que os personagens realmente estão passando por aquilo. Para piorar, grande parte das piadas desse primeiro ato realmente não funcionam, como a montagem com as mulheres que Pedro leva para a cama e as brincadeiras com o fato de Amanda não ser real (“Eu só existo com você!”).

Felizmente, o filme se torna mais interessante quando o casal sai do apartamento e começa a interagir com as pessoas. São nesses momentos que A Mulher Invisível consegue arrancar algumas boas risadas, quando outros vêem o protagonista agindo sozinho como se fosse maluco. Estas cenas são o grande destaque e o que realmente faz da produção algo passível de se assistir. Ainda assim, Torres exagera na quantidade delas, e A Mulher Invisível acaba limitando seu alcance às gags visuais decorrentes de tal situação do que a uma maior inteligência ou ironia do roteiro.

Nesse sentido, é difícil não mencionar os méritos de Selton Mello, que se sai particularmente bem na comédia física – com ecos claros de Steve Martin em Um Espírito Baixou em Mim. Talentoso, Mello não está em seus melhores momentos no restante do filme (fica sempre a dúvida sobre se o personagem está se divertindo ou sofrendo com a situação), mas o ator realmente se destaca nas cenas em que deve agir sozinho como se estivesse com Amanda, demonstrando mais uma vez o ótimo timing cômico que fez sucesso em O Auto da Compadecida.

Por outro lado, Luana Piovani nada tem a fazer além de parecer bonita, no que é muito bem-sucedida. Torres, aliás, parece completamente enamorado da atriz, pois em todas as cenas com ela os planos são criados de forma a explorar seu corpo escultural – como aquela na qual o casal discute em frente à televisão com a câmera ao nível do chão, dando destaque às longas pernas de Piovani. Na realidade, o ponto alto do elenco é, como sempre, Fernanda Torres, que mais uma vez comprova ser a melhor atriz de comédia do Brasil ao entregar com perfeição absoluta todas as suas falas.

Porém, ainda que consiga gerar algumas risadas, A Mulher Invisível falha em termos narrativos. A história e os personagens jamais são desenvolvidos de maneira satisfatória, tornando-se meros instrumentos para as cenas físicas. Os romances, por exemplo, não convencem, com os personagens se apaixonando de maneira rápida e abrupta. Torres ainda erra a mão em diversos momentos, como quando, após Pedro descobrir que Amanda não existe, utiliza uma montagem com o personagem se dando conta de que fazia tudo sozinho. Essa cena teria algum impacto se a plateia não soubesse da condição do protagonista (vide Clube da Luta), mas acaba perdendo todo o impacto por isso não ser um segredo.

Outro exemplo de derrapada de Torres na construção de sua história diz respeito ao fato de como Pedro vê Amanda. Em certos momentos, parece que ele apenas a enxerga, falando com alguém que não existe. No entanto, em uma cena dentro de casa, o personagem parece incorporá-la, pois pergunta e responde pelos dois. É uma incoerência do roteiro que demonstra, mais uma vez, como o grande objetivo do filme não é contar uma história, mas simplesmente fazer algumas piadas. Aliás, isso fica bem claro quando se percebe que Torres não sabe como encerrar sua obra, estendendo-se demais em diversos finais – ainda que a ideia de Pedro pensar ver outra mulher seja interessante, porém mal aproveitada.

Para uma comédia, A Mulher Invisível não chega a ser um desastre, pois oferece momentos divertidos e algumas boas risadas. Não muitas, é verdade, mas o suficiente para fazer o filme cair no gosto do público. Em contrapartida, é uma obra com diversos problemas narrativos, que falha em construir uma história ou personagens interessantes. Ainda não foi dessa vez que Cláudio Torres acertou.

Por Silvio Pilau
05/06/2009

Comentários

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denowin comentou:

A Mulher Invisível

4.500
"Excelente"

"Selton Mello está impagável no papel de Pedro, que se apaixona pela vizinha que todos insistem em 'não ver'. Um roteiro criativo, acompanhado da beleza de Luana Piovani, garante risadas gostosas."

um ano atrás ·  Un voto · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Diana.Assis.Vieira comentou:

A Mulher Invisível

2.500
"Regular(+)"

"Engraçadinho e talz, mas a história é fraca. O Selton arrasa."

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
kakate comentou:

A Mulher Invisível

5.000
"Incrível"

"Selton! Selton! Selton! Apenas mais um ótimo trabalho dele."

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Azera avaliou:

Excelente

MUITO BOM !!!

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
lacerdap comentou:

Maravilhoso rí muito.

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Cristina.Varanda avaliou:

Muito bom

Ótimo trabalho de Swelton Mello cuja atuação está impecável. História leve, engraçada que se passa em um apartamento de um prédio charmosíssimo do Rio de Janeiro.

um ano atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
John Faber Marques Bitencort avaliou:

Excelente

é otimo, eu adorei esser filme e melho

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
souza.z avalio:

Muito bom

Gosto de comedia .Não assisti esta gostaria.Obrigado

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
silva brasil avalio:

Excelente

mais uma grande apresentação do cinema brasileiro, muito bom.

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
barrilhas qualificou:

Excelente

Otimo filme!!! vale a pena.

2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
batista dos santos
ou bom de mais , para se falar tem que ver , quem nao viu , e para quem ja viu tem que ver de novo , cara selton mello ( O PAPEL NESSE FILME SEI QUE NAO FOI FACIO MAIS TIPO DTONO ) LUANA PIOVANI ( atris , se saiu muito bem , melhor do que bem )
2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Day Gomes
Muito bom esse filme e recomendo pessoal assistem1
2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
diniz
eu ainda naum vi entaum nao posso dar criticas!!!kkkkk
2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Karas
Merecia critica Excelente pela interpretacao incrivel e hilaria de Selton Mello, Vladimir Brichta tambem arrasa como melhor amigo do protagonista,tem cenas mt comicas...porem,o filme torna-se um pouco apelativo no que diz respeito as aparicoes de Luana Piovanni,que demonstrou ate crescimento como atriz,boas cenas de comedia,porem um tanto apelativa...outro fato que nao posso deixar de comentar,eh que praticamente todas as melhores cenas de comedia,os pontos altos do filme,estao no trailer,ai fica a duvida,sera que o filme soh tinha isso pra mostrar,enfim...contudo, vale a pena sair de casa e assistir A mulher invisivel!Dei boas Risadas,nada fora do normal,mas eh divertido.
2 anos atrás ·  Sin votos · Este comentário foi útil?  Sim   Não  · Responder
Média da avaliação

Média da avaliação: 35
Bom(+)
Avaliação da comunidade
Média da avaliação: 3.45
Avaliação média
baseada em 1255 pessoas
Avaliação da mídia
Média da avaliação: 3.33
Avaliação média
baseada em 3 críticos

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