Quarenta anos após ter sido criado pelo escritor Ian Fleming, o legendário espião inglês James Bond chega a seu 20º filme em 007: Um Novo Dia Para Morrer. Pela quarta vez, Pierce Brosnan encarna o agente da Coroa Britânica, que agora se vê envolvido em um conflito na Ásia. A história começ ... Leia mais
Quarenta anos após ter sido criado pelo escritor Ian Fleming, o legendário espião inglês James Bond chega a seu 20º filme em 007: Um Novo Dia Para Morrer. Pela quarta vez, Pierce Brosnan encarna o agente da Coroa Britânica, que agora se vê envolvido em um conflito na Ásia. A história começa na zona desmilitarizada entre as Coréias do Norte e do Sul, e passa por Cuba, Londres e Islândia antes de voltar ao seu ponto de origem. Nessa aventura, Bond trabalhará com duas mulheres que serão indispensáveis para desmascarar o vilão.
| Gênero | Ação, Aventura, Suspense |
|---|---|
| Título Original | Die Another Day |
| Diretor | Lee Tamahori |
| Atores principais | Halle Berry, Pierce Brosnan, Michael Madsen, Judi Dench, John Cleese, Will Yun Lee, Kenneth Tsang, Samantha Bond, Rosamund Pike, Toby Stephens, Lawrence Makoare |
| Ano de produção | 2002 |
| Duração | 133 minutos. |
| Classificação do CAEC | G - Para todo tipo de público. Censura livre. |
| Produtor | Barbara Broccoli |
| Escritor | Ian Fleming |
| Música | David Arnold |
| País | Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte · Estados Unidos da América |
| Avaliação da comunidade | ![]() Avaliação média baseada em 1126 pessoas |
| Avaliação da mídia | ![]() Avaliação média baseada em 2 críticos |
| Última modificação | ri32pi (6 dias atrás) |
Em um 007 mais cômico, Pierce Brosnan faz sua última participação como o agente inglês.
Esse realmente é o 007 mais divertido feito em muitos anos. Deixaram de lado as tentativas de incorporá-lo a um contexto mais atual, pós guerra-fria (apesar da coincidência com a crise coreana) e partiram para o lado de fantasia. Ainda que a históri ... Leia mais Em um 007 mais cômico, Pierce Brosnan faz sua última participação como o agente inglês.
Esse realmente é o 007 mais divertido feito em muitos anos. Deixaram de lado as tentativas de incorporá-lo a um contexto mais atual, pós guerra-fria (apesar da coincidência com a crise coreana) e partiram para o lado de fantasia. Ainda que a história em si seja mais boba, o resultado é bem-vindo. Não que isso tenha necessariamente que virar regra para os próximos filmes, mas é bom para uma reciclada na fórmula.
Começa com uma virada interessante para a série, que é mostrar James sendo capturado e preso numa base coreana onde é torturado durante meses. Mas o filme obviamente não é um drama carcerário e pulamos direto para sua libertação, onde ao ter sua licença para matar revogada, resolve agir por conta própria para descobrir quem foi o traidor que ajudou em sua captura.
A direção do Neo-Zelandês Lee Tamahori confere um ritmo bom, com muitas pitadas de humor e, por ser o vigésimo da série que está completando 40 anos como a franquia mais bem-sucedida da história do cinema, foram colocadas várias referências aos antigos filmes da série. Não me considero um super-fã, então reconheci poucas dessas homenagens, como o surgimento da agente Jinx do mar, citando a cena-fetiche com Ursula Andress no primeiro filme. Já os efeitos especiais que me pareceram muito falsos. Várias CGs e composição estavam incrivelmente abaixo da média, o que acaba por arrancar algumas risadas involuntárias.
As Bond Girls Rosamund Pike, como a agente gelada Miranda Frost, e a oscarizada Halle Berry como a caliente americana Jinx batem um bolão. Jinx divide os tiros e stunts com Bond. Ela é o elemento mais "atual" do filme, uma agente negra, bonita, tão astuta e cafajeste quanto o próprio Bond.
As cenas de ação que mais gostei envolvem um duelo entre carros Aston Martin e Porsche sobre o gelo que poderia muito bem ser usada como comercial de tv. Há também um empolgante duelo de esgrima entre Bond e o vilão Gustav Graves, com direito a ponta de Madonna. E, claro, os exageros. Muita gente torce o nariz para essas coisas mas confesso que como fã, eu sempre espero ver Bond realizar as mais ridículas façanhas, esse é um dos filmes mais criativos nesse sentido, chegou a ser comparado os da era Roger Moore, que, na minha opinião, eram os melhores. Me perdoem os fãs de Sean Connery, sei que ele tem mais classe e atua melhor. Sem dúvida é a personificação definitiva de Bond, mas os filmes de Moore eram muito mais divertidos e acho que Pierce Brosnan está encontrando um bom meio-termo entre a sofisticação de um e a divertida canastrice do outro.
De resto, todos os clichês Bondianos de sempre estão aqui. Mulheres, tecnologia, carros velozes, locações exóticas (a parte da Islândia é muito bonita), muita cafonice etc... O que é ótimo para quem curte e péssimo para quem não gosta. Você já sabe como começa e como termina, então relaxe e divirta-se.
Meu nome é Clown, Cyco_Clown.
Por Ary Monteiro Jr.
12/01/2003


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007 - Um Novo Dia Para Morrer
"Bom"
"Em meio a certos exageros, "Um Novo Dia Para Morrer" não deixa de ser um episódio divertido do espião mais famoso do cinema sendo, talvez, o filme mais comercial da franquia."